quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DAF QUALIFICA PROFISSIONAIS PARA A FÁBRICA E REDE DE CONCESSIONÁRIAS

Meta é atender clientes brasileiros com padrão adotado na Europa.

O centro de formação e treinamento da DAF no Brasil – chamado de DAF Academy - acaba de formar a primeira turma de Mecânicos Master. Com eles, mais de 100 profissionais já obtiveram certificação em diversos cursos, somando cerca de mil horas.

A iniciativa foi implementada no Brasil seguindo o padrão de treinamento da companhia na Europa, e é responsável pela capacitação das equipes de fábrica, serviços e comercial da Rede de Concessionárias. O centro local é também equivalente ao da matriz em tecnologia, dispondo de ferramental, componentes, equipamentos de diagnóstico e veículos, que simulam a manutenção dos caminhões DAF.

“Começamos uma operação do zero e em um mercado bastante competitivo. Temos a missão de oferecer uma experiência de venda e pós-venda no nível do nosso produto, e voltada diretamente à satisfação do cliente, na busca de uma maior disponibilidade dos veículos. A DAF Academy tem um papel fundamental neste processo e também na reciclagem constante do nosso time”, afirma Marlon Maues, gerente de pós-venda da DAF Brasil.

Para esta ação, a empresa conta com uma parceria com o Senai Paraná, para repasse de tecnologia, formação de mão de obra e interação com a sociedade. “A sinergia com o Senai é tão eficiente, que eles já possuem instrutores capacitados para treinar alunos que possam atuar em nossa linha de produção bem como na Rede de Concessionárias. A criação deste banco de talentos é um fator importante na ampliação dos negócios no Brasil”, acrescenta Maues.

Ao longo deste ano, a empresa vai realizar uma série de treinamentos na Rede. Gerentes e profissionais da área Técnica e Operacional passarão pelas etapas de capacitação da DAF Academy, que também receberá novas turmas de acordo com a demanda específicas dos Concessionários.


Fonte: O Carreteiro

DAF BRASIL OFERECE SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA 24H A CLIENTES DA MARCA EM TODO O PAÍS

DAF Assistance conta com técnicos capacitados e apoio dos Concessionários para garantir a disponibilidade do caminhão no menor tempo possível. 

Os clientes brasileiros da DAF, um dos maiores fabricantes de caminhões da Europa e subsidiária da PACCAR Inc., já podem usufruir do DAF Assistance, um serviço especializado de suporte técnico 24h, em caso de qualquer problema com o caminhão. A assistência é parte do programa de pós-venda da companhia, uma referência de qualidade em todos os países onde está presente.

O DAF Assistance foi idealizado com o objetivo de solucionar o problema apontado pelo motorista, de maneira rápida e segura. Por meio do contato com a central de atendimento, profissionais treinados irão analisar as causas que fizeram o caminhão parar de rodar, e trabalharão para que o conserto ocorra com agilidade.

“Os produtos da DAF possuem um elevado índice de eletrônica embarcada. Por conta disso, parte dos chamados podem ser solucionados por telefone, seguindo as orientações dos nossos técnicos. A comunicação entre a central e a Rede de Distribuidores permite também o acesso ao histórico daquele caminhão, facilitando a resolução do caso”, afirma Marlon Maues, gerente de Pós-Venda da DAF Brasil.

Caso não seja possível sanar o problema por telefone, a central encaminha um carro com ferramental, peças genuínas e profissionais habilitados para realizarem reparos onde o caminhão estiver parado. Neste período, o motorista receberá mensagens de texto em seu celular, com o status do deslocamento do socorro, que parte do Concessionário DAF mais próximo. Se ainda não for possível consertar o veículo, um reboque o encaminhará para o Distribuidor da região.

Durante todo o processo, a central do DAF Assistance acompanhará de perto a evolução do atendimento. O mesmo técnico que fez o primeiro contato é o responsável por avaliar a satisfação do cliente, após a conclusão do chamado.

“A DAF é pioneira nesse tipo de assistência no mundo, o que reforça a qualidade do nosso pós-venda. O melhor atendimento já é parte do DNA da companhia, e um dos aspectos que nos diferencia como uma marca premium no mercado”, completa Maues.

O DAF Assistance é um serviço gratuito para caminhões em período de garantia da fábrica e pode ser acionado por meio do telefone 0800 703 3360.


Fonte: Assessoria de Imprensa DAF

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

GOVERNO CONCEDE BENEFÍCIOS A CONCESSIONÁRIAS; PREÇO DO PEDÁGIO PODE BAIXAR

Seis projetos de rodovias terão isenção no pagamento de PIS e COFINS.

O Ministério dos Transportes aprovou, na última semana, o enquadramento no Reidi (Regime Especial de Incentivos para Desenvolvimento da Infraestrutura) de seis projetos de investimento de rodovias federais. Com a aprovação, as concessionárias terão isenção no pagamento de PIS e Cofins para ajudar a construir seus projetos, o que vai gerar redução nas tarifas de pedágio.

Os projetos consistem na recuperação, operação, manutenção, monitoramento, conservação, implantação de melhorias e ampliação.

A ECO 101 Concessionária de Rodovias S/A, cujo projeto refere-se à BR-101/ES/BA, por exemplo, receberá incentivos de cerca de R$ 80 milhões. A concessionária deverá fazer investimentos da ordem de R$ 1,8 bilhão.

Outras cinco empresas também cumpriram os requisitos estabelecidos pela Lei 11.488/2007, que cria o Reidi, e tiveram, portanto, seus projetos aprovados. Para a Autopista Planalto Sul S/A, que deve investir cerca de R$ 180 milhões na Rodovia Planalto Sul (BR-116/PR/SC - Trecho Curitiba - Divisa SC/RS), com extensão de 412,7 km, o incentivo será de cerca de R$ 8 milhões.

A Autopista Régis Bittencourt S/A, com projeto de extensão de 401,6 km da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR - Trecho São Paulo - Curitiba) , recebeu incentivo fiscal de R$ 16,8 milhões. Estima-se que a concessionária investirá cerca de R$ 365 milhões nesse projeto.

A Autopista Fluminense S/A, que tem projeto de 320,1 km na Rodovia Fluminense (BR-101/RJ - Trecho Divisa RJ/ES - Ponte Presidente Costa e Silva), vai poder abater cerca de R$ 20 milhões dos mais de R$ 500 milhões a serem investidos no trecho.

A Autopista Fernão Dias S/A recebeu incentivo de mais de RS 15 milhões para seu projeto de 562,10 km na BR-381 entre Belo Horizonte e São Paulo. O investimento previsto para a concessionária é de R$ 300 milhões.

A Autopista Litoral Sul S/A, que apresentou projeto na Rodovia Litoral Sul (BR-116/376/PR e BR-101/SC), com extensão de 382,3 km, terá que investir quase R$ 400 milhões. O incentivo fiscal para a concessionária foi de R$ 17 milhões.


Fonte: Agência CNT de Notícias

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

ANFIR CONTÉM EXPECTATIVAS E ESPERA QUEDA EM 2014

Segundo a associação, vendas de implementos rodoviários podem diminuir 5,5% este ano.

Ao contrário da associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea, que espera expansão de cerca de 5% das vendas de caminhões para este ano, a Anfir, que representa os fabricantes de implementos rodoviários, projeta retração do mercado em 2014. A entidade divulgou na sexta-feira, 7, a negativa expectativa de que as vendas encolherão 5,5%, para 173,2 mil unidades. 

Na análise da Anfir, a retração será puxada pela queda na linha pesada, de reboques e semirreboques, que poderá alcançar redução de 10,9%, para 62,5 mil. Enquanto isso os negócios na linha leve, carrocerias sobre chassis, deverão diminuir 2,6%, para 104,8 mil unidades. Se isso acontecer o movimento será oposto ao registrado no ano passado, quando os reboques e semirreboques foram a alavanca da alta de 10,9% nas vendas totais de implementos. 

“Não imaginávamos que o desempenho pudesse ser tão bom. Alcançamos um novo recorde para a linha pesada, de 70,1 mil equipamentos”, aponta Alcides Braga, presidente da entidade. 

O volume elevado reforça a expectativa de que as vendas sofram desaceleração este ano. “A base de comparação é muito forte.” Ainda assim, ele acredita que a interrupção do crescimento de 2013 não trará grandes prejuízos aos fabricantes. “Se a queda ficar dentro do esperado, o setor não será tão afetado porque o volume continua grande. Não prevemos impacto no nível de empregos”, avalia. 

Além da base forte de 2013, colaboram com a expectativa de retração do mercado a incerteza acerca da economia, o Carnaval em março e a Copa do Mundo. “Isso causa uma ruptura no ritmo das encomendas”, analisa. Ainda assim, Braga admite que a entidade pode ser surpreendida positivamente com o crescimento da demanda de implementos e carroceria sobre chassis para atender ao possível aquecimento do consumo causado pelo evento esportivo, com maior necessidade de transporte de bebidas e de alimentos. 

A entidade acredita que houve aquecimento artificial das vendas em 2013, responsável pelo bom resultado do ano, com os juros baixos do BNDES/Finame. “O cliente percebeu a oportunidade e comprou naquele período. Agora vamos deixar de produzir parte do excesso que tivemos em 2013.” Antes de projetar novo crescimento, Braga espera que o mercado de implementos seminovos volte a se aquecer. Segundo ele, o segmento teve desempenho fraco no ano passado, o que também poderá tirar vendas de unidades novas ao longo de 2014. 

O executivo voltou a enfatizar que os autônomos ainda têm grande dificuldade de acesso ao crédito subsidiado do BNDES. “Temos um potencial absurdo na nossa mão, que é promover a venda ao autônomo. Isso poderia trazer um forte crescimento”, aponta o presidente da Anfir. 

REAJUSTE NO PSI

Apesar de os juros do Finame/BNDES continuarem atrativos, em 6% ao ano, com a prorrogação do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), a Anfir acredita que os reajustes feitos terão impacto nas vendas. “O aumento da taxa e a necessidade de dar entrada serão desafios para este ano.” A linha do BNDES, que no ano passado financiava 100% do bem, passou a financiar 80% para grandes empresas e 90% no caso de pequenas e médias. 

A entidade também sentiu os efeitos da demora na regulamentação das regras do PSI para este ano, o que aconteceu apenas no dia 27 de janeiro. “Nesse período estávamos trabalhando com o que foi vendido durante a Fenatran do ano passado”, explica, indicando que os novos pedidos ficaram parados no período. Em janeiro o volume de vendas caiu 7,3% na comparação com o mesmo mês de 2013, para 12,6 mil unidades.


Fonte: Automotive Business

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COM APENAS QUATRO DIAS DE PSI EM JANEIRO, VENDAS DE CAMINHÕES ENCOLHEM 25,3%

Demora na regulamentação do financiamento também impactou vendas de ônibus.

O setor de pesados, que seguia em ritmo acelerado em 2013, começou 2014 com o pé no freio. A demora da regulamentação da nova taxa do Finame PSI, linha de financiamento do BNDES, travou os contratos para aquisições de bens de capital, dentre eles caminhões e ônibus, de 13 de dezembro até 26 de janeiro. Foram apenas quatro dias úteis de vendas em janeiro pelo Finame, que atende mais de 90% dos caminhões produzidos no País.

“Foi um prejuízo enorme para o setor de pesados, que não trabalha com produtos de prateleira, mas com veículos que são comprados com meses de antecedência”, comentou Rogério Rezende, vice-presidente da Anfavea, a associação dos fabricantes de veículos, durante reunião com a imprensa na quinta-feira, 6. 

O imbróglio fez com que os licenciamentos de caminhões tivessem retração de 25,3% de dezembro para janeiro e de 10,9% na comparação anual. Foram vendidos 10,7 mil caminhões no último mês. Deste total, 379 foram semileves, 1,8 mil leves, 1 mil médios, 3,6 mil semipesados e 3,9 mil pesados, segmento que mais depende dos financiamentos por conta dos preços maiores. Tanto é que a queda dos pesados chegou a 32,7% em relação a dezembro. 

A produção de caminhões, contudo, cresceu tanto de dezembro para janeiro, alta equivalente a 86,6%, quanto na comparação anual, 9,3%. Rezende explicou que a produção de janeiro de 2013 foi mais fraca porque a indústria ainda se ajustava aos volumes de caminhões Euro 5. Já em dezembro do ano passado também foi menor por causa das férias coletivas antecipadas pelas empresas. “Janeiro de 2014 teve este avanço na produção, mas não por consequência das vendas”, salientou Rezende. 

As exportações de caminhões seguiram a tendência de queda, com 1,2 mil veículos embarcados. O volume representa uma retração de 37,9% de dezembro para janeiro e de 16,6% na comparação anual. 

Rezende acredita que os fabricantes de caminhões e ônibus já conseguirão ter resultados positivos a partir de fevereiro. “Já temos o financiamento. Agora quem dita o ritmo é o mercado.” 

A renovação da frota de caminhões em todo País, proposta entregue pela Anfavea ao governo, segundo Luiz Moan, presidente da associação, deverá sair ainda neste semestre, contribuindo para o aquecimento das vendas. “Já fizemos cerca de três reuniões com representantes do governo. Acredito que seja editada até o fim do trimestre”, apontou Moan. 

ÔNIBUS 

O segmento de ônibus foi tão prejudicado quanto o de caminhões pela falta do financiamento barato. Foram licenciados 1,7 mil chassis de ônibus no último mês, o que representa retração de 45,4% de dezembro para janeiro e de 19,6% na comparação anual. A produção atingiu 2,5 mil unidades no último mês, em alta de 58% de dezembro para janeiro e em queda de 16,8% sobre 2013. Ainda segundo dados da Anfavea, foram exportados 434 chassis em janeiro, 0,2% a menos do que no ano passado. 


Fonte: Automotive Business

MERCEDES-BENZ ANUNCIA A AMPLIAÇÃO DO BNDES FINAME PARA O ACTROS

O caminhão extrapesado Mercedes-Benz Actros 2646 6x4, para aplicações rodoviárias, já pode ser financiado com até 80% das condições do BNDES Finame. “Esta novidade é fruto do programa de nacionalização do produto, que segue acelerado e com escopo ampliado em nossa fábrica de Juiz de Fora”, afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para América Latina.

“Conseguimos antecipar o cronograma de nacionalização e nossa previsão é que, em 2015, o Actros atenda todos os requisitos do BNDES Finame, ampliando as facilidades e as vantagens para o cliente adquirir o seu caminhão”, destaca o executivo. 

Ainda nessa família de extrapesados, o Actros 2546 6x2 acrescentou a parcela disponível das condições do BNDES Finame.

“A nacionalização do Actros é resultado da experiência e know-how de engenheiros brasileiros, bem como dos investimentos da Empresa em desenvolvimento tecnológico”, destaca Philipp Schiemer. “A Mercedes-Benz responde pelo maior plano de investimentos do setor no Brasil. São R$ 2,5 bilhões entre 2010 e 2015, envolvendo, além da nacionalização do Actros, diversas outras iniciativas, como expansão da produção de caminhões para a unidade de Juiz de Fora, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, otimização de processos e modernização de áreas de produção, logística e serviços”.

O programa de nacionalização do Actros é mais uma demonstração do quanto a Mercedes-Benz acredita e investe permanentemente no Brasil. “Mais uma vez, estamos reafirmando a confiança do Grupo Daimler e o compromisso com o País. Somos otimistas e acreditamos no potencial do mercado brasileiro para continuar crescendo”, ressalta Philipp Schiemer.

De acordo com o presidente da Empresa, a nacionalização do Actros potencializa as vantagens do maior portfólio de caminhões do País. “A Mercedes-Benz tem o caminhão perfeito para todo tipo de operação no Brasil. E há capacidade produtiva para atender às demandas futuras. Para isso, contamos com profissionais altamente capacitados, com profundo conhecimento em transportes e experiência no mercado brasileiro”.

Programa de nacionalização progressiva 

A primeira etapa do programa de nacionalização progressiva do Actros, em 2013, envolveu elementos do quadro do caminhão, sistema de exaustão, rodas e pneus. 

Atualmente, a segunda etapa do programa está concluída, com foco em mais economia e conforto no transporte. Agora estão nacionalizados uma série de itens para componentes como a suspensão a ar, eixos Mercedes-Benz nacionais sem redução nos cubos, sistema pneumático de freio, bancos pneumáticos e sistema elétrico. Nesse contexto, devido ao alto grau de tecnologia eletrônica do veículo, a Empresa implantou um novo processo de manufatura para o chicote modular que é pioneiro na produção de caminhões na Mercedes-Benz do Brasil.

A terceira e última etapa do programa de nacionalização progressiva do Actros, prevista para 2015, englobará a produção local do motor OM 457, do sistema de combustível e do sistema de direção hidráulica.

Actros é o caminhão mais completo do Brasil

O extrapesado Actros é o gigante da Mercedes-Benz em tecnologia, desempenho, conforto, segurança e capacidade de carga. Esta família de veículos fortes e robustos tem uma imagem consolidada no Brasil, sendo fabricada na planta da Mercedes-Benz em Juiz de Fora, MG, por brasileiros e para o mercado brasileiro.

O Actros rodoviário possui um amplo pacote de itens de avançada tecnologia. Na versão Megaspace Segurança, apresenta uma série de componentes exclusivos, como o sistema de orientação de faixa de rolagem, controle de proximidade, assistente ativo de frenagem e retarder.

Esse moderno caminhão também é equipado, de série, com câmbio automatizado Mercedes PowerShift, exclusivo freio-motor Top Brake, bloqueio de deslocamento para partidas em rampa e freios a disco em todas as rodas, com gerenciamento eletrônico, ABS e ASR.

Os caminhões Actros são indicados especialmente para os grandes frotistas e as empresas de transporte que valorizam a alta tecnologia e que reconhecem a importância do conforto e da segurança como aliados no aumento da produtividade no transporte.

Os cavalos-mecânicos Actros 2546 6x2 e 2646 6x4, indicados para transporte rodoviário de carga, são equipados com motor V6 de 456 cv de potência. Eles são ideais para longas distâncias, permitindo a utilização de diversos semirreboques, como graneleiros, carga seca aberta, furgão, sider, tanques de líquidos e gases, porta-conteiner e outros. Também são utilizados para tracionar muticomposições, como bitrem, bitrenzão e rodotrem.

A linha Actros de caminhões rodoviários é oferecida ao mercado em quatro versões de cabinas: o cliente pode escolher entre Leito Teto Baixo, Leito Teto Alto, Megaspace e Megaspace Segurança, o que atende, assim, às necessidades específicas do segmento rodoviário. Além disso, a Mercedes-Benz disponibiliza a Cabina Curta para o basculante fora de estrada.

Caminhões Actros vêm preparados para o FleetBoard

Os caminhões extrapesados Actros rodoviários já saem de fábrica preparados para a instalação do sistema de gestão de frota FleetBoard da Mercedes-Benz. Entre vários benefícios, essa ferramenta propicia uma redução de até 15% nos custos operacionais. Permite também a análise do comportamento do motorista ao volante, fornecendo dados que o auxiliam a alcançar uma condução econômica, preventiva e com melhor desempenho.

O FleetBoard oferece mais vantagens aos frotistas, como diagnóstico remoto de falhas e manutenção preventiva, proporcionando redução dos custos de manutenção. O acesso aos dados e informações da frota é extremamente simples, bastando apenas um computador com Internet, o equipamento do FleetBoard no veículo e a contratação dos serviços.


Fonte: Assessoria de Imprensa Mercedes-Benz

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

MAN LATIN AMERICA: MAIS DE 10 MIL PROFISSIONAIS DA REDE TREINADOS

Empresa líder de mercado e com o melhor serviço de pós-vendas, segundo a empresa de pesquisa TNS, a MAN Latin America alcança mais um número expressivo: 11.500 profissionais da rede capacitados.  O negócio, que cresce uma média de 20% ao ano, engloba as áreas administrativas, Vendas, Peças e Assistência Técnica de concessionárias no Brasil e importadores da marca localizados na América Latina, Oriente Médio e África. Clientes também são contemplados diretamente em suas empresas. 

A empresa projeta um grande volume de negócios de pós-vendas para 2014, o que destaca a importância dos treinamentos na manutenção dos resultados positivos de mercado. “A capacitação é uma ação fundamental neste processo. Com profissionais preparados e atualizados, os clientes sempre terão o direcionamento mais adequado sobre os produtos, com o melhor custo-benefício para suas operações. Não só quem está à frente da venda, mas todos os envolvidos devem entender do negócio”, ressalta Sérgio Beraldo, gerente executivo de Pós-Vendas da MAN Latin America. 

Com aulas práticas e teóricas - que incluem material de apoio sob medida e simulações de diversos cenários -, os treinamentos são ministrados no centro de treinamento exclusivo da marca, em São Bernardo do Campo (SP); nas unidades credenciadas do Senai, nas concessionárias e também nas empresas dos clientes. Para este ano a novidade inclui o início de treinamentos dentro da plataforma e-learning (ensino online), que contribuirá para uma capacitação mais abrangente e rápida da rede.

Para assegurar uma cobertura nacional de seu atendimento pós-vendas, a montadora conta com 157 concessionárias em 26 estados. Grande parte das concessionárias oferece estrutura para pernoite dos motoristas, como pátio, dormitório, refeitório e convênio hoteleiro.

A empresa aposta em novos produtos para ganhar ainda mais mercado. Em breve, lançará em sua rede o exclusivo lubrificante Almax. O produto, que segue o conceito dual brand, foi desenvolvido para os caminhões e ônibus Volkswagen e caminhões MAN e garante alta performance na proteção contra o desgaste, proporcionando maior economia de manutenção.


Fonte: Comunicação MAN Latin America

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

TRIBUNAL REGIONAL DE SC DETERMINA QUE DNIT EXECUTE OBRA NA BR-101

Quarta pista, no Morro dos Cavalos, é vista como solução temporária.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) determinou nesta segunda-feira (03/02) que o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) execute a obra de quarta pista no trecho da BR-101 na região do Morro dos Cavalos, em Palhoça, como solução temporária até a construção do túnel, o que deve levar até três anos.

O desembargador Tadaaqui Hirose manteve, na liminar concedida pela Justiça Federal (JF) em Florianópolis, os pedidos feitos pelo Ministério Público Federal (MPF) em ação civil pública que trata da construção do túnel.

Na ação da procuradora da República Ananlúcia Hartmann, foi determinado que o Dnit comprovasse a inclusão de proposta de construção de uma quarta pista como obra temporária, dentro do processo de licenciamento ambiental e de anuência da comunidade indígena para duplicação da rodovia via túneis. Mesmo mantendo a ação, o desembargador suspendeu os prazos estabelecidos para o atendimento das requisições do MPF, que pressionava o Dnit pelo excessivo retardamento dos estudos e projetos de engenharia no local.

O Dnit e a União, réus no processo, devem cumprir a decisão, adotando providências para diminuição imediata dos riscos de acidentes com veículos e pedestres naquele trecho, incluindo sinalização, redutores de velocidade, radares e o fechamento de acessos perigosos.

A procuradora Analúcia Hartmann lembra que a implantação do túnel é a solução com a qual concordam os indíos guaranis da aldeia Itaty e também a solução apontada como a mais adequada sob os aspectos técnicos, ambientais, sociais e econômicos pelo TCU, em acórdão de 2006, bem como "é aquela que foi oficialmente apresentada ao Ibama para licenciamento, como injustificável atraso pelo Dnit".

O Governo Federal autorizou, em novembro do ano passado, a construção da quarta pista na BR-101, no referido trecho. A obra de R$ 8 milhões que pretende desafogar o trânsito da rodovia no sentido Sul foi anunciada pelo ministro dos Transportes, César Borges, e pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, juntamente com representante do Dnit. Na época, a ministra afirmou que a quarta pista seria uma solução paliativa, até a construção do túnel no Morro dos Cavalos, o que deve levar até três anos. A licença prévia para início da abertura do túnel foi emitida em setembro pelo Ibama, mas ainda falta a licença definitiva.


Fonte: Diário Catarinense

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

JOST PRODUZ 76 MIL QUINTAS-RODAS EM 2013: RECORDE

Volume supera em 5 mil unidades o de 2011, melhor ano até agora.

Em 2013, a Jost, fabricante de sistemas de acoplamento para caminhões e semirreboques, produziu 76 mil quintas-rodas no Brasil, volume recorde para a companhia, que faz parte das Empresas Randon. O total fabricado no ano passado ultrapassou o recorde anterior, de 2011, quando foram produzidas 71 mil unidades. O aumento da demanda reflete o aquecimento do mercado durante o ano passado, observa o gerente comercial da Jost, Jaques Frizzo: “Este resultado positivo de 2013, foi provocado tanto pela renovação de frota quanto pela aquisição de implementos diante da excelente safra agrícola, fatores que impulsionaram as vendas tanto de caminhões pesados quanto de semirreboques.” 

Além da quinta-roda, a empresa fabrica pinos-rei, aparelhos de levantamento, engates, suspensor pneumático e porta-estepe. Novos produtos apresentados na última Fenatran, em 2013, estão em fase de teste e a empresa estima iniciar a produção comercial em breve: engate de contêiner cujo peso foi reduzido em 23% comparado com a geração anterior e nova trava, previsto para o primeiro semestre, e o engate esférico, com estrutura que dispensa processos de soldagem, que deve entrar em linha na segunda metade do ano.


Fonte: Automotive Business

GARGALO DE FINANCIAMENTO DERRUBA VENDAS DE CAMINHÕES E ÔNIBUS

Regulamentação do PSI só saiu no fim de janeiro e prejudicou emplacamentos.

Como já era esperado, as vendas de caminhões e ônibus despencaram em janeiro. Com a demora na regulamentação do financiamento pelo BNDES via Programa de Sustentação do Investimento (PSI), responsável por quase 80% das vendas do segmento, o mercado de comerciais pesados praticamente parou no mês passado. As regras do PSI só foram publicadas pelo governo em 24 de janeiro, confirmando atrativos juros de 6% ao ano em 2014, mas os negócios foram postergados. Com isso, foi momentaneamente interrompida a trajetória de crescimento constante que vinha sendo verificada durante 2013. 

De acordo com os dados de emplacamentos do Renavam divulgados pela associação dos concessionários, a Fenabrave, no fim da tarde da segunda-feira, 3, em janeiro foram licenciados 10,8 mil caminhões novos, número 25,3% menor do que o verificado em dezembro e 11% abaixo de janeiro de 2013. 

O desempenho do mercado de ônibus foi ainda pior, com apenas 2 mil chassis emplacados em janeiro: quedas de 40,9% sobre dezembro e de 16,7% ante o mesmo mês de 2013.


Fonte: Automotive Business

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FORD AMPLIA GARANTIA DE MOTOR DA LINHA CARGO

Gama também ganha aumento do intervalo de manutenção de 25 mil para 40 mil km.

Para acompanhar o lançamento da linha de caminhões Cargo 2014, a Ford amplia a garantia do motor Cummins de toda a gama de um para dois anos sem limite de quilometragem e aumenta de 25 mil km para 40 mil km o intervalo de manutenção dos modelos de aplicação rodoviária para as versões Cargo 1319, Cargo 1519, Cargo 1719, Cargo 1723, Cargo 2423 e Cargo 2429.

Os recém-lançados Cargo 1119 e Cargo 1729 também foram beneficiados com essa mudança. Os Cargo 816 e Cargo 1933 já adotavam o intervalo de 40 mil km, o que reduz o custo por quilômetro rodado com troca de óleos, filtros e outros itens de revisão.

A ampliação é resultado dos aprimoramentos feitos nos motores Euro 5, desenvolvidos pela Cummins em conjunto com a montadora. As mudanças incluem a introdução de um sensor de restrição do filtro de combustível, que ajuda na preservação da qualidade do lubrificante: quando há água para ser drenada, um alerta é dado por meio de uma luz no painel e quando há excesso de restrição, a luz fica no modo pisca. Segundo a empresa, a maior disponibilidade do diesel S50 e S10 (com menor teor de enxofre) foi outro fator que possibilitou a mudança.

“O objetivo principal desse novo intervalo é a diminuição do custo de manutenção para o cliente”, destaca William Yuki, supervisor de serviço ao cliente da Ford Caminhões.

Para definir a quilometragem adicional, o programa de validação incluiu mais de 350 mil quilômetros de testes, feitos em parceria com frotistas que rodaram com os veículos em condições reais de operação, além das análises realizadas no campo de provas da Ford em Tatuí (SP).


Fonte: Automotive Business

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

VOLVO: DIRIGIMOS O CAMINHÃO MAIS POTENTE FEITO EM SÉRIE

Com 750 cavalos, o FH 16 750 faz bonito até no Autódromo de Interlagos.

Seu motor de 16 litros e 750 cavalos é o mais potente que qualquer caminhão de série pode ter no mundo. De tão grande, o veículo impõe respeito até parado. Na hora de andar, vida mansa para o motorista, nada de pedal de embreagem: a transmissão i-Shift de 12 marchas permite trocas sequenciais ou automáticas. Assim é o Volvo FH 16 750, trazido da Suécia para o mercado brasileiro desde o fim do ano passado pelo preço sugerido de R$ 1 milhão - o que faz dele também o caminhão mais caro do mundo. 

No Autódromo de Interlagos, Automotive Business conferiu de perto o bom desempenho e conforto desse cavalo mecânico fabricado em Gotemburgo. Liberado o freio de estacionamento, saímos em direção ao S do Senna. Vem a reta oposta, que acaba rápido, devorada pelo apetite do motor. No modo automático do câmbio, as trocas ocorrem abaixo de 2 mil rpm. 

Falar do desempenho nas curvas do miolo do circuito seria bobagem, já que foram todas feitas muito devagar, por segurança, mas é na junção, onde começa a subida em direção à reta dos boxes, que este Volvo prova a vantagem de ter um motor de grande cilindrada. São 16 litros, que resultam no colossal torque de 3,5 mil newtons/metro, suficientes para puxar até 250 toneladas de carga. 

Durante o evento em Interlagos, até mesmo jornalistas habituados a avaliar caminhões desciam da cabine rindo sozinhos depois do test drive, satisfeitos com a novidade. A repórter de uma emissora de TV repetiu algumas vezes que era mais fácil dirigir aquele Volvo do que seu carro. Entre os recursos há até suspensões pneumáticas ajustáveis por controle remoto. 

Depois de vencer os degraus até a cabine, o motorista encontra muito espaço e altura útil de 2,1 metros. Na parte de trás da cabine, um beliche garante o descanso nas paradas. 

“O novo modelo FH foi lançado na Europa no segundo semestre e nós o trouxemos para a Fenatran”, afirma o gerente de engenharia de vendas, Álvaro Menoncin. “É um modelo 8x4, ideal para transporte de cargas indivisíveis. Sua Capacidade Máxima de Tração (CMT) é de 250 toneladas”, recorda.

O FH 16 750 é apropriado para o transporte de turbinas, transformadores, componentes para plataformas de exploração de petróleo e maquinário para a indústria de base, por exemplo. Inclusive, o modelo dirigido já tem dono e vem carregando vigas para a construção do monotrilho da zona sul da cidade de São Paulo. 

“Já vendemos mais de 15 unidades. Nosso projeto inicial é vender 30. Isso pode ocorrer no primeiro semestre ou até o fim de 2014”, afirma o diretor de caminhões da Volvo no Brasil, Bernardo Fedauto. “Ele será necessário em obras de infraestrutura. É um mercado que exige alta potência e capacidade de tração.” 

DESEMPENHO DA COMPANHIA EM 2013

O ano que terminou foi de recuperação para os caminhões, que experimentaram retração em 2012 com a entrada em vigor do Proconve P7. Em 2013, o setor se recuperou e a venda de caminhões pesados cresceu 34,5%. Nesse segmento a Volvo teve o segundo maior volume de vendas, com quase 15 mil unidades, atrás apenas da Scania, que se aproximou das 18 mil.


Fonte: Automotive Business