terça-feira, 19 de março de 2013

MAN LATIN AMERICA INICIA COMERCIALIZAÇÃO DO TGX 6X2


Com o novo veículo, montadora ingressa em segmento que representa quase 50% do mercado de cavalos mecânicos Nacionalização de peças garante FINAME de 70% para financiamento do produto Sistema de rastreamento e telemetria MAN Guard é mais um diferencial no gerenciamento de frota.

A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e dos caminhões MAN, inicia neste mês de março a comercialização do MAN TGX 28.440 6x2 “Made in Brazil”, um dos modelos mais aguardados da linha de extrapesados da montadora. 

Destinado às aplicações rodoviárias de médias e longas distâncias com composições atreladas a semirreboque de três eixos com PBTC de 48,5 a 53 toneladas, o modelo chega à rede de concessionárias para atuar no segmento extrapesado de maior volume de vendas, representando 47% do mercado de cavalos mecânicos. O MAN TGX 28.440 6x2 atende uma ampla gama de segmentos como basculante, carga seca, container, frigorífico, furgão (baú), graneleiro, sider e tanque.

O motor MAN D2676 de seis cilindros em linha e 12,4 litros com 440 cv, possui torque elevado (2.200 Nm) numa ampla faixa de rotações, proporcionando maior capacidade de sustentação da velocidade em rampa e menor necessidade de troca de marchas. Esta característica, além de garantir maior conforto ao motorista, colabora para a redução do consumo de combustível e aumento da velocidade média nas viagens.

A motorização atende às normas de emissão de poluentes previstas no PROCONVE P-7, equivalente ao Euro 5, utilizando a tecnologia de pós-tratamento dos gases de escape SCR (Selective Catalytic Reduction). O sistema utiliza uma solução a base de ureia, conhecida como ARLA 32, para reduzir os níveis de poluentes na exaustão.

A cabine TGX, conhecida por oferecer o maior espaço interno da categoria e maior conforto ao condutor, é mais um ítem de exclusividade dos caminhões MAN. Nela, há liberdade de movimentos para seus ocupantes, aliada à agradável sensação que a combinação de tecidos e cores dos acabamentos oferecem. Sua cama, com 2,20 m de comprimento e 79 cm de largura, é a maior do mercado e conta ainda com um exclusivo estrado flexível abaixo do colchão, que proporciona um perfeito ajuste a qualquer perfil de motorista, tornando o descanso muito mais confortável.

A transmissão automatizada MAN TipMatic é item de série. A versão de 16 marchas, exclusiva para o Brasil, possui melhor escalonamento de marchas, comparado a versão de 12 marchas usada na Europa, e atende as particularidades de operação no Brasil. A transmissão traz de série o sistema EasyStart que auxilia a partida em rampa. Este dispositivo mantém o freio de serviço acionado por até dois segundos após o pedal do freio ter sido desacionado. Com isso, o veículo parte em rampa de modo seguro sem o risco de descer e causar um acidente.

Desenvolvida pela Engenharia da MAN Latin America em parceria com a Alemanha, a suspensao dianteira parabólica traz conforto ao motorista, e atende plenamente as necessidades do mercado, principalmente em função das condições das estradas no Brasil. 

Por conta da maior quantidade de peças nacionalizadas, o MAN TGX 28.440 6x2 já possui aprovação para venda por meio do Finame, subsidiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, permitindo o financiamento de até 70% do valor do veículo utilizando esta linha de crédito. O MAN TGX 29.440 6x4, primeiro modelo da linha “Made in Brazil” lançado em abril de 2012, conta com aprovação para financiamento pelo governo de até 50% do valor do veículo.

Os clientes podem optar ainda pelo CDC (Crédito Direto ao Consumidor), leasing (arrendamento mercantil) com taxas competitivas ao mercado e o já conhecido Consórcio, que, além do Banco Volkswagen contará também com a parceria das administradoras financeiras das empresas Maggi, Gaplan, Tarraf, Apta, Grupo Mônaco e Grupo Servopa. Todas pertencem à consagrada rede de concessionárias da marca Volkswagen. Outras vantagens são taxas atrativas, entregas programadas, antecipação de entregas e pagamento de meia parcela até a contemplação do pedido. 

MAN Guard

O MAN TGX 6x2 é equipado com o sistema exclusivo de rastreamento, monitoramento, telemetria e gestão de frotas denominado MAN Guard, com 12 meses de habilitação gratuita. Este sistema ajuda na segurança e logística dos frotistas, além de fornecer dados de operação do veículo que podem ser usados para melhorar o treinamento dos motoristas e reduzir o risco de acidentes.

O MAN Guard é um sistema de monitoramento e rastreamento que, via portal da Internet, emite aos clientes um relatório periódico com os principais resultados de performance caminhão. Desta forma, o proprietário do veículo terá todas as informações importantes a respeito da operação do veículo, garantindo que este seja otimizado para obter menor custo na sua operação.

Para garantir que os veículos MAN fiquem a maior parte do tempo disponíveis para a operação, o MAN Guard incorpora um inédito sistema que avisa a fábrica quando o veículo está dentro do concessionário. De posse desta informação, a área de Assistência Técnica acompanhará de perto os serviços de modo a garantir que o veículo não fique parado mais tempo que o necessário dentro do concessionário.

Fonte: Comunicação MAN Latin America

segunda-feira, 18 de março de 2013

IVECO RECEBE PRÊMIO COMO MAIOR EXPORTADORA DE COMPONENTES AUTOMOTIVOS PARA VENEZUELA


A Iveco recebeu ontem, 14/03, no Auditório do CREA-SP, o Prêmio Expo/Impo 2013 - ano base 2011, promovido pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil (FECAMVENEZ). O prêmio é entregue há 23 anos às empresas que fomentam o comércio entre os dois países.  Os dados que conferem a premiação são baseados em levantamentos do Ministério da Indústria e Comércio do Brasil.

O prêmio é um reconhecimento efetivo às empresas que fomentam o desenvolvimento na região. A Iveco possui fábrica na Venezuela, em La Victória, há mais de 50 anos e possui uma rede com 14 concessionárias que cobrem todas as regiões do país, garantindo peças de reposição, técnicos treinados, garantias aos transportadores e serviços 0800, durante 24 horas por dia. As peças e componentes seguem de Sete Lagoas (MG), para abastecer a linha de produção que atende o mercado interno, hoje em torno de 22 mil unidades.

Atualmente a Iveco Venezuela é a única montadora que produz uma completa gama de veículos no país, que inclui as linhas PowerDaily no segmento de leves, Vertis nos médios, Eurocargo nos semipesados, Stralis nos pesados e Trakker no segmento off-road, além dos chassis de ônibus para 27, 32 e 44 passageiros. Com essa gama a marca possui market share de 11% naquele país.

A Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela / Brasil foi criada em 2008, a partir das 12 Câmaras Binacionais existentes há mais de 35 anos. O órgão vem promovendo a integração entre os dois países, especialmente nas relações comerciais, industriais, intercâmbio tecnológico, cultural, social, turística, além da divulgação de dados econômicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Iveco

quarta-feira, 13 de março de 2013

ANTT PROPÕE MUDANÇAS NO PAGAMENTO DE AUTÔNOMO


Já está disponível a minuta que será discutida em audiência pública dia 27.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta quarta-feira (13) em seu site (www.antt.gov.br), a minuta da resolução que será discutida em audiência pública dia 27 de março. O encontro vai tratar de mudanças na resolução 3.658, que estabelece a forma de pagamento dos caminhoneiros autônomos, após a proibição da carta-frete. As alterações propostas visam dar mais segurança aos profissionais e às empresas que os contratam.

A primeira mudança sugerida é no artigo 3º da resolução, deixando claro que o equiparado ao autônomo é a Empresa de Transporte Rodoviário de Carga (ETC) ou a Cooperativa de Transporte de Carga (CTC) que tiver três veículos AUTOMOTORES. A inclusão da palavra “automotores” serve para sanar dúvidas levantadas pelos transportadores. Alguns acham que os implementos rodoviários entram nesta conta.

A minuta também deixa claro, no artigo 4º da resolução, que o autônomo pode receber diretamente em sua conta bancária, seja corrente ou poupança.

A ANTT também propõe retirar do artigo 4º, inciso II, a palavra “eletrônico”. No texto atual está escrito que o pagamento do autônomo poderá ser feito por outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT. Com a mudança proposta, fica aberta a possibilidade de a agência instituir uma outra forma de pagamento que não seja pelos cartões. Na resolução está escrito conta de depósito e há dúvidas sobre a legalidade do pagamento em poupança.

A minuta inclui um parágrafo 4º no artigo 6º dizendo que a ANTT poderá, “justificadamente, facultar o preenchimento de alguns dos dados da operação de transporte” no Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot). Isso atende ao pedido dos contratantes que afirmam ser impraticável, em caso de múltiplas entregas, preencher todos os dados exigidos pela resolução, como nome, CPF, ou CNPJ do destinatário.

Também deixa claro no artigo 8º, ao dizer que cabe ao contratante escolher o meio de pagamento, mas desde que não haja ônus para o autônomo.

No artigo 24º, a minuta inclui dois novos direitos dos autônomos perante as administradoras de cartão. Diz que não poderá ser cobrado dele a impressão de um extrato mensal da respectiva movimentação. E também não pode ser cobrada a transferências para a conta bancária do autônomo, seja em que banco for, dos valores recebidos por meio do cartão.

AUDIÊNCIA

A audiência pública será dia 27 de março, das 14 horas às 17h30, no auditório do Edifício Sede da ANTT, em Brasília. O número de participantes será limitado à capacidade do local (350 pessoas).

Já as contribuições por escrito poderão ser encaminhadas até às 18 horas do dia 11 de abril de 2013 por meio de Formulário de Envio de Contribuições, disponível no site www.antt.gov.br . O formulário deve ser impresso, e enviado por Correio para o endereço: ANTT, Trecho 3, Lote 10. Polo 8 do Projeto Orla, Brasília – DF, CEP: 70.200-003.

A REALIDADE DAS ESTRADAS

Embora a carta-frete tenha sido expressamente proibida pela Lei 12.249, de junho de 2010, e o pagamento do autônomo regulamentado pela resolução 3.658 da ANTT, de abril de 2011, nas estradas a realidade é bem outra. No mundo real, a carta-frete continua firme e forte.

A maioria dos caminhoneiros que transportam a safra em Mato Grosso neste ano recebe seus fretes da maneira antiga, como constatou a reportagem em Rondonópolis, dia 21 de fevereiro. “A cara-frete ainda não acabou. Eu ainda recebo. Eles pagam por baixo dos panos. Prefiro o cartão que é mais seguro”, afirmou o caminhoneiro Volnei Menin, de Estação (RS).

Segundo ele, a carta-frete é um problema. “Você fica amarrado no posto. Tem de comprar o que eles querem nos postos. No cartão, eu abasteço em qualquer lugar e pago o preço à vista.  Hoje com a carta-frete eu pago R$ 2,35 o litro do diesel e, no cartão, R$ 2,15, R$ 2,18. No final do mês, a diferença quase tira a prestação do caminhão”, conta.

Fabrício Pedro Roman, autônomo de Nova Londrina (PR), diz que a maioria das transportadoras paga com carta-frete. “Eu desço muito para Cambé, carregando para a transportadora 1.500. É só carta-frete.  Eu acho uma encheção de saco. O posto tem de ter que giro muito grande. Eu estou com uma carta-frete que o adiantamento para trocar é de R$ 8 mil”, afirma.

Em resposta a questionamento da Carga Pesada, a assessoria da ANTT disse que os agentes de fiscalização “têm intensificado as operações com foco no Pagamento Eletrônico de Frete, inclusive dentro das dependências das empresas de transporte rodoviário de carga” em todo o País.

Nas primeiras fiscalizações, de acordo com o órgão, cerca de 90% dos transportadores abordados sofreram autuações. “Este percentual vem caindo, demonstrando o cumprimento cada vez maior da legislação”, diz a nota da assessoria.

Fonte: O Carreteiro

BANCO MERCEDES LIBEROU R$ 3,5 BILHÕES EM 2012


Volume foi 12,5% menor que em 2011.

O Banco Mercedes-Benz encerrou 2012 com R$ 3,5 bilhões liberados para novas operações, queda de 12,5% em relação ao ano anterior, quando R$ 4 bilhões haviam sido ofertados para novos negócios. O principal motivo foi a retração no mercado de caminhões por causa da transição de tecnologias de controle de emissões. Ano passado, a instituição liberou R$ 1,8 bilhão para a compra desses veículos. Em 2011 foram R$ 2,5 bilhões. O Banco Mercedes, contudo, comemora recorde para o biênio, com R$ 7,5 bilhões liberados.

“Mesmo com o cenário difícil pelo qual passou o segmento de caminhões, o Banco Mercedes-Benz investiu na contratação de profissionais qualificados, melhorias de processos e na implantação de núcleos exclusivos para áreas-chave em que atuamos”, afirma o presidente e CEO do Banco Mercedes-Benz, Bernd Barth. 

Apesar dos problemas gerados com a transição da tecnologia de controle de emissões Euro 3 para Euro 5, o Banco Mercedes comemora o crescimento em outras áreas de atuação. O segmento de automóveis Mercedes-Benz e Smart fechou o ano com R$ 126 milhões em novos negócios, alta de 5% na comparação com 2011. Outro setor positivo para o banco, o financiamentos de ônibus, fechou o acumulado de 2012 em R$ 649 milhões em novos negócios, crescimento de 8% sobre o ano anterior. 

Em unidades, o segmento de automóveis fechou o ano passado com 1.502 veículos Mercedes-Benz zero-quilômetro negociados, avanço de 17% sobre 2011. Para os ônibus, o banco negociou 4.550 novas unidades no ano, 10% a mais que a quantidade financiada de janeiro a dezembro de 2011. Para o segmento de caminhões foram negociadas 10.676 unidades, 27% a menos que em 2011. O segmento para vans do Banco Mercedes vendeu 1.367 unidades da Sprinter, queda de 18% em relação a 2011. 

Bernd Barth destaca que, no fim do ano passado, a instituição fechou a operação para captação de R$ 200 milhões, por meio de uma emissão de letras financeiras, para impulsionar o processo de diversificação de funding.

Fonte: Automotive Business

FALTA DE CAMINHÕES PROVOCA PERDA DE SOJA EM MT


Péssima condição das estradas aumenta problemas da safra.

Mais um problema atinge os produtores de soja do nordeste do Mato Grosso, a perda da produção por falta de caminhões para o transporte da lavoura aos portos. O produtor rural Gabriel Jacinto explica que os carreteiros que vêm à região para puxar a soja, não querem retornar por conta da situação das estradas - como a da BR-080. A soja poderia ser colhida e armazenada, mas não há silos suficientes. O atraso na colheita afeta a qualidade do grão e reduz a receita do produtor.

Com 30% da área de 4.000 hectares colhida, Jacinto contabilizou uma perda de 5% em razão do excesso de umidade provocado pelo atraso na colheita. A situação da lavoura não é pior graças a um contrato de transporte negociado antes da safra.

"A exclusividade para uso de 30 caminhões tem me ajudado a tirar a soja da lavoura, mas mesmo assim a transportadora está com problemas para manter esses caminhões. O custo de R$ 45 por tonelada já foi a R$ 75 e isso vai afetar parte do lucro da operação", diz. A margem final já foi afetada em 20%.

As previsões não são das melhores já que a falta de estradas, de terminais e de portos reduz a cadência do transporte rodoviário. Segundo a Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso), os motoristas que fazem a rota Centro-Oeste/Santos estão levando nove dias para completar a viagem. O trajeto de 2.200 quilômetros deveria ser feito em seis dias.

Na Baixada Santista, os carreteiros não têm conseguido alcançar os terminais, o que provoca filas gigantescas na rodovia Cônego Domênico Rangoni (Piaçaguera- Guarujá). Os problemas também podem ser vistos em Alto Araguaia (MT), onde a operadora ferroviária ALL recebe a soja de Mato Grosso. A ALL diz que elevou a capacidade de recebimento de caminhões de 280 para 1.400 por dia. 

Além disso, sem transporte, as regiões produtoras começam a ter problemas de armazenagem.

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 11 de março de 2013

MERCEDES DECIDE EFETIVAR 484 TEMPORÁRIOS NO ABC


O grupo faz parte de quase 1,5 mil operários reintegrados à fábrica.

A Mercedes-Benz decidiu efetivar 484 operários temporários que estavam com o emprego ameaçado durante a crise da indústria de veículos pesados no ano passado. A partir do mês que vem, esses funcionários passam a trabalhar com contratos válidos por tempo indeterminado, numa iniciativa que segue a reação das vendas de caminhões iniciada em outubro.

Eles fazem parte do grupo de quase 1,5 mil operários reintegrados à fábrica da montadora em São Bernardo do Campo/SP em janeiro, após sete meses afastados da linha de produção. "A avaliação é de que o mercado manterá um crescimento sustentável até o fim do ano. A perspectiva é boa", diz Valter Sanches, diretor de comunicação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao explicar a manutenção dos trabalhadores.

Números divulgados nesta semana pela Anfavea, a entidade que abriga as montadoras instaladas no país, mostram que a produção de caminhões alcançou 26,6 mil unidades no primeiro bimestre, uma alta de 72,7%. Até o fim do ano, a indústria prevê um crescimento superior a 7% das vendas no segmento. Essa recuperação está sendo puxada por juros subsidiados abaixo da inflação nos financiamentos para bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de compras públicas de veículos comerciais.

Em novembro, quando ainda operava com excedente de mão de obra, a Mercedes-Benz chegou a anunciar a dispensa dos funcionários temporários em comunicado interno, mas metalúrgicos da empresa interromperam algumas linhas da fábrica como protesto. Uma saída passou então a ser negociada entre a montadora e o sindicato local, levando a uma renovação dos contratos por mais quatro meses.

Durante 2012, a Mercedes-Benz adotou uma série de medidas para ajustar a produção à queda da demanda, o que, além da suspensão de contratos de trabalho, incluiu licenças remuneradas e diversas paradas na fábrica.

Embora ainda distante do recorde de 2011, a recuperação do mercado levou a montadora a retomar no mês passado o segundo turno de produção de caminhões em São Bernardo. Sanches diz que, superada a ameaça de demissões, o sindicato quer abrir agora uma agenda de negociações sobre o futuro da unidade paulista. O receio é perder produção para a fábrica da Mercedes em Juiz de Fora/MG.

Fonte: Valor Econômico

ESTUDO DEFINIRÁ VETO A CAMINHÕES NA MARGINAL DO TIETÊ


Se aprovado, os veículos pesados ficarão proibidos de trafegar na via.

A restrição ao tráfego de caminhões na Marginal do Tietê, nas zonas norte e leste da capital paulista, o dia todo, agora é dúvida entre os técnicos da administração municipal. A proposta havia sido anunciada, pela gestão Gilberto Kassab (PSD), como medida subsequente à conclusão do Rodoanel. Mas a administração de Fernando Haddad (PT) anunciou agora que vai esperar o resultado de um estudo sobre o tráfego de cargas em São Paulo para avaliar os impactos se a restrição for ampliada.

Hoje os caminhões não podem circular na Marginal de segunda a sexta-feira, das 5h às 9h e das 17h às 22h. Aos sábados, a restrição vale das 10h às 14h.

Os estudos, que serão feitos pela CET(Companhia de Engenharia de Tráfego), Banco Mundial e ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) devem ficar prontos em 80 dias. "Por meio dessa pesquisa será possível obter informações sobre a quantidade de carga transportada, as características das viagens, o valor da cargas, características dos veículos utilizados, setores econômicos envolvidos, natureza das atividades e custos logísticos", diz a CET.

Com as informações obtidas, poderá ser feita a correlação dessas variáveis com as características físicas e operacionais do sistema viário. A CET acrescenta que o estudo está em fase de preparação.

No início da proibição, a Prefeitura informou que a janela entre os horários de pico só era mantida porque o Rodoanel não estava pronto.

A falta de uma análise detalhada sobre o tráfego de cargas foi uma crítica feita por setores da indústria e do comércio quando as restrições no horário de pico passaram a valer, no começo do ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

FORD CONVOCA CARGO POR PROBLEMA EM VÁLVULA DE FREIO


Montadora contabiliza 3.812 unidades envolvidas.

A Ford convoca os proprietários do caminhão Cargo modelos 712, 815, ano 2012 (Euro 3), e o Cargo 816, ano 2013 (Euro 5), produzidos entre 29 de agosto de 2011 e 20 de março de 2012 para comparecerem a um distribuidor para a substituição da válvula do freio de estacionamento. Estão envolvidas 3.812 unidades.

Foi constatada a possibilidade de variações no processo de produção dos parafusos de fixação da tampa inferior da válvula do freio de estacionamento, o que pode resultar na quebra dos parafusos. Neste caso, ocorrerá vazamento instantâneo de ar que provocará o acionamento involuntário do freio de estacionamento e consequente travamento das rodas traseiras, com risco de acidentes e possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e terceiros. 

A Ford informa ainda que os proprietários devem verificar se o caminhão está envolvido nesta campanha, pois pode haver variações no sequenciamento da produção. Os chassis envolvidos são: 

Cargo 712 chassis (8 últimos dígitos) de CBB01184 até CBB99527
Cargo 815 chassis (8 últimos dígitos) de CBB00975 até CBB99535
Cargo 816 chassis (8 últimos dígitos) de CBS00582 até DBS13859

Fonte: Automotive Business

CIRINO VENCE NO RETORNO À TARUMÃ E AMPLIA DOMÍNIO NO CIRCUITO


O retorno da Fórmula Truck à Tarumã viu também a volta de um dos grandes nomes da categoria ao pódio. Recordista de poles e segundo colocado no número de vitórias, Wellington Cirino deixou para trás neste domingo (10) os problemas que teve na temporada passada e estreou em alto estilo no ano de 2013. Além da pole, o paranaense venceu a corrida no circuito gaúcho, dominando de ponta a ponta a prova e disparando na liderança da competição, com 32 pontos.

Esta foi a quarta vitória do piloto da Mercedes-Benz na pista da cidade de Viamão, a 24ª dele na Truck. A afinidade com Tarumã tem explicação. “Aprendi a gostar do circuito. Ele se parece muito com o kartódromo onde eu aprendi a guiar, em Francisco Beltrão”, afirmou o competidor.

Segundo colocado após a bandeirada final, Geraldo Piquet reforçou o discurso de seu companheiro de equipe Cirino, e lembrou da ‘ajuda’ de David Muffato, que bateu forte no top qualifying e não conseguiu alinhar seu caminhão no grid. “Foi mesmo um fim de semana fantástico. Acabei assumindo a quarta colocação que era do David Muffato, que infelizmente não pode correr e acredito que isso me beneficiou muito. Venci em Tarumã na última prova realizada aqui em 2007 e é muito gratificante voltar ao pódio numa pista rápida e competitiva como essa”, frisou.

A CORRIDA

Wellington Cirino manteve a liderança na largada. Roberval Andrade e Geraldo Piquet, que vinham logo atrás, mantiveram suas posições, adotando postura de cautela. Ainda na primeira volta de corrida, Andrade já dava sinais da pressão que exerceria sobre o líder. Régis Boessio superou Beto Monteiro e Paulo Salustiano ainda na primeira volta. Monteiro abandonou a prova na volta seguinte, com problemas no Iveco número 88.

A corrida seguiu bastante disputada na pista gaúcha, e ficou ainda melhor na sua parte final. A última relargada foi dada a três voltas do fim do GP Petrobras, com Benavides atacando a quarta posição de Boessio e Salustiano reabrindo suas tentativas de tomar o segundo lugar de Piquet. O início da última das 27 voltas marcava um duelo forte entre Benavides e Totti pelo quinto lugar, que valia um lugar no pódio da prova – o paulista da Scuderia Iveco manteve a posição, com o atual campeão cruzando a linha de chegada em sexto.

A segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, no dia 7 de abril, marcará a volta da categoria a Londrina, no Autódromo Internacional Ayrton Senna.

Em Tarumã, depois de 27 voltas, o resultado do GP Petrobras foi o seguinte:

1º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 1h00min53s003
2º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, a 0s786
3º) Paulo Salustiano (SP/Mercedes-Benz), ABF Racing Team, a 1s096
4º) Régis Boessio (SP/Mercedes-Benz), ABF Desenvolvimento Team, a 2s613
5º) Valmir Benavides (SP/Iveco), Scuderia Iveco, a 4s345
6º) Leandro Totti (PR/MAN), MAN Latin America Racing Team, a 5s243
7º) João Marcos Maistro (PR/Volvo), Clay Truck Racing, a 7s091
8º) Alberto Cattucci (SP/Volvo), ABF/Volvo, a 7s883
9º) Diogo Pachenki (PR/Volvo), ABF/Volvo, a 12s490
10º) Ronaldo Kastropil (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, a 13s557
11º) Djalma Fogaça (SP/Ford), a 14s425
12º) André Marques (SP/MAN), MAN Latin America Racing Team, a 14s754
13º) Débora Rodrigues (SP/MAN), MAN Latin America Racing Team, a 19s353
14º) Jansen Bueno (PR/Volvo), DB Motorsport, a 21s089
15º) Edu Piano (SP/Ford), Território Motorsport, a 27s582
16º) Luiz Lopes (SP/Iveco), Lucar Motorsports, a 5 voltas
17º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, a 6 voltas

NÃO COMPLETARAM

Danilo Dirani (SP/Ford),
Adalberto Jardim (SP/MAN), MAN Latin America Racing Team, a 21 voltas
Felipe Giaffone (SP/MAN), MAN Latin America Racing Team, a 21 voltas
Leandro Reis (GO/Scania), Original Reis Competições, a 22 voltas
Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, a 25 voltas

NÃO LARGARAM

José Maria Reis (GO/Scania), Original Reis Competições
David Muffato (PR/Scania), Muffatão
Melhor volta: Cirino, na 2ª, 1min22s420, média de 131,735 km/h

CLASSIFICAÇÃO

Após a primeira das 10 etapas, a tabela do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck é:
1º) Cirino, 32 pontos;
2º) Piquet, 23;
3º) Salustiano, 19;
4º) Boessio, 15;
5º) Benavides, 12;
6º) Totti, 10;
7º) Maistro, 8;
8º) Cattucci, 7;
9º) Pachenki, 6;
10º) Kastropil, 5;
11º) Fogaça e Andrade, 4;
13º) Marques, 3;
14º) Rodrigues, 2;
15º) Bueno, 1.

O campeonato de Marcas:
1º) Mercedes-Benz, 62;
2º) Volvo, 18; MAN, 15; Iveco, 12; Scania, 5; Ford, 4.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

sexta-feira, 8 de março de 2013

CAMINHONEIROS DE SANTOS RECEBEM VEÍCULO NOVO COM JURO ZERO


Eles substituirão caminhões com idade superior a 30 anos que circulam na zona portuária de Santos.

Dentro do Programa  de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões, nove caminhoneiros que trabalham no Porto de Santos poderão guiar seu veículo novo ainda este mês. Os primeiros financiamentos do programa do Governo do Estado de São Paulo foram aprovados pela Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista e estão em fase final de liberação. Os novos veículos, financiados a juro zero, substituirão caminhões com idade superior a 30 anos que circulam na zona portuária de Santos, melhorando a qualidade do ar, o trânsito da região e a vida dos caminhoneiros. A previsão do Programa é substituir cerca de mil caminhões velhos que prestam serviços na região.

A taxa de juros zero do Programa é subsidiada pelo governo do estado desde que o pagamento seja mantido em dia. Com isso, a economia no bolso dos motoristas será de em média R$ 32 mil, valor muito acima do que eles receberiam numa eventual venda do veículo velho. Com prazo de até 8 anos para pagar e carência máxima de 6 meses, o caminhoneiro pode ter até 100% do veículo financiado. ”É uma grande oportunidade para que o caminhoneiro possa comprar um caminhão novo com condições de financiamento que caibam em seu bolso e ainda aumente a sua renda. A ideia é melhorar a qualidade de vida da população e movimentar a economia da região”, diz Milton Luís de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

Podem ter acesso ao programa caminhoneiros autônomos e pessoas jurídicas enquadradas como empresário individual que prestam serviços no Porto de Santos, limitando o financiamento a um caminhão por beneficiário, mas é obrigatório que os caminhões velhos sejam entregues por seus proprietários, devidamente regularizados, às empresas credenciadas e licenciadas pela Cetesb. As
empresas desmontarão o caminhão e inutilizarão suas peças, enviando para reciclagem ou destruindo o que não puder ser reciclado, como as peças mecânicas. O objetivo é retirar o caminhão velho definitivamente das ruas. Para saber exatamente quanto irá pagar, o caminhoneiro pode simular seu financiamento diretamente no site da Desenvolve SP (desenvolvesp.com.br) e procurar o Sindicato
dos Caminhoneiros Autônomos da Baixada (Sindicam-Santos), que irá orientá-lo sobre o processo.

Fonte: DCI

quarta-feira, 6 de março de 2013

FRETES JÁ ESTÃO 21% MAIS CAROS NO CENTRO-OESTE


Neste ano, transporte até os portos custa em média US$ 98/ton.

A colheita da soja ainda está na fase inicial na região Centro-Oeste, mas os valores dos fretes já subiram 21%. O aumento foi provocado pela maior demanda para transporte da safra recorde de grãos e também pela alta nos custos, em função da nova Lei dos carreteiros (12.616), que estabelece tempo de paradas.

Segundo um levantamento feito pela Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais e Algodão) o valor do frete para transporte de grãos até os portos passou de US$ 81/tonelada na safra passada para US$ 98/tonelada nesta safra. De acordo com o diretor executivo da entidade, Sérgio Mendes, em função das deficiências logísticas o frete pago para transporte de grãos no Brasil é 6,5 vezes superior aos valores praticados nos Estados Unidos e na Argentina.

O aumento de 5,4% no preço do diesel nas refinarias, anunciado recentemente pelo governo federal, também teve impacto no valor de frete, segundo o representando da Associação.. Ele lembra que muitos contratos foram fechados no início do segundo semestre do ano passado e que o diesel faz parte dos custos variáveis do frete, que correspondem a 39% do total. "Para quem não fechou contrato, a alta do diesel será uma injeção na veia, vai direto para o custo final", diz ele.

Mendes diz que o setor torce para que tudo corra dentro da normalidade, sem greves ou problemas climáticos que possam prejudicar o fluxo dos caminhões, para que o Brasil consiga exportar o volume recorde previsto de 39 milhões a 40 milhões de toneladas de soja em grão, além de outras 18 milhões de toneladas de milho.

O problema no Brasil, diz ele, é a dependência do transporte rodoviário, que não é o mais indicado para grandes distâncias. Nesses casos, as cargas deveriam ser transportadas por hidrovias ou ferrovias. Segundo a Anec, cerca de 53% da safra brasileira é transportada por rodovia, 36% por ferrovia e apenas 11% hidrovia. Nos Estados Unidos a hidrovia é responsável por 60% do escoamento e as ferrovias, por 35%, restando apenas 5% para o meio rodoviário.

O dirigente comentou que o setor privado está conversando com a Casa Civil para tentar amenizar o impacto da nova Lei dos Motoristas no custo de transporte da safra. Existe movimentação de parlamentares no Congresso Nacional para que o governo edite uma nova Medida Provisória que daria prazo de até cinco anos para que o setor privado possa se adaptar às exigências da nova legislação, como a construção das áreas de descanso ao longo das rodovias federais.

Fonte: Cruzeiro do Sul Online

segunda-feira, 4 de março de 2013

MAN LATIN AMERICA E BUNGE BRASIL CONSOLIDAM PARCERIA COM NEGOCIAÇÃO DE MAIS DE 80 CAMINHÕES


A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais MAN e Volkswagen, e a Bunge Brasil, uma das principais empresas do agronegócio e alimentos do país, fecharam contrato para a comercialização de 82 caminhões. Com esse lote, a montadora se consolida como a principal marca da frota no negócio de Açúcar & Bioenergia da Bunge. 

As 82 unidades se dividirão em três modelos. O maior volume, com 62 unidades, será do VW Constellation 26.280 ADVANTECH, que vai cumprir a operação de transbordo, para a colheita da cana, ou de bombeiro. Os veículos vão atuar ainda como comboio (para serviços de lubrificação e abastecimento), guindaste ou calda pronta (com solução de defensivo agrícola).

Para aplicação como caminhão oficina — aqueles que estão equipados com ferramental para realizar consertos na usina — e borracheiro, serão 17 VW Constellation 15.190 ADVANTECH. O pedido inclui ainda três VW Delivery 8.160 ADVANTECH para atividades de apoio diversas.

Já tradicional cliente dos veículos Euro 3 da MAN Latin America, a Bunge agora passa a adquirir os modelos Euro 5 pelas vantagens oferecidas. Um grande diferencial, por exemplo, está no sistema EGR de pós-tratamento de emissões que equipa os motores MAN D08 desses modelos Constellation. A solução dispensa o uso do Arla 32 e é oferecida com exclusividade pela MAN Latin America no mercado de caminhões do Brasil. 

“Apostamos em soluções sob medida para as necessidades de nossos clientes e confirmamos, a cada novo negócio, o sucesso de nossa estratégia. Sabemos que o EGR do motor MAN D08 é um diferencial importante para a Bunge, pois garante um custo operacional mais baixo e simplifica a logística dentro da usina”, comenta Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Os veículos se destacam ainda por sua robustez e durabilidade, mesmo em uma aplicação tão severa como a desempenhada nessas usinas. “Os investimentos constantes em modernização e manutenção preventiva da frota de veículos utilizados nas oito usinas da Bunge no Brasil são fundamentais para a segurança e confiabilidade das nossas operações. Neste caso, além de contarmos com equipamentos mais eficientes, optamos também pelo diferencial dos motores com sistema de tratamento de emissões, confirmando que a sustentabilidade é um conceito presente no dia-a-dia do nosso negócio”, afirma Eduardo Junqueira, diretor agrícola de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil.

Sobre a Bunge: Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a comercialização de fertilizantes, compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. Hoje, conta com mais de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Salada, Soya, Delícia, Primor, Cardeal, Etti, Salsaretti e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

Sobre a MAN Latin America: Fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e  MAN, a MAN Latin America é a maior fabricante de caminhões e a segunda maior de ônibus da América do Sul. Com 30,3% de participação nas vendas de caminhões no Brasil em 2012, comercializou 41.422 unidades, garantindo assim a décima liderança consecutiva neste mercado. Também está no topo entre as exportadoras desse produto. Com mais de seis mil colaboradores, a fábrica da MAN Latin America - uma das mais modernas de caminhões e ônibus do mundo - está instalada estrategicamente na cidade de Resende (RJ), a 150 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro e a 250 quilômetros da capital de São Paulo. Conta ainda com cerca de 150 concessionárias, espalhadas por todo o País para garantir amplo atendimento a seus clientes, além de uma rede de importadores. Os produtos da MAN Latin America chegam a mais de 30 países por todo o mundo.

Fonte: Comunicação MAN Latin America