quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

VIPAL APRESENTA NOVA GARANTIA PARA REFORMA DE PNEUS FATE


Lançamento RQG+40 marca os 40 anos da empresa no mercado.

Um tradicional produto do Grupo Vipal, a RQG (Reforma Qualificada e Garantida) estendida em 20% para os pneus da marca Fate acaba de ser ampliada. Para comemorar os 40 anos da empresa, a garantia da reforma será estendida para 40% (RQG+40).

Válida durante os anos de 2013 e 2014, o RQG+40 é uma versão especial do programa de garantia de reforma de pneus, disponível exclusivamente na Rede Vipal e o único que cobre a reforma e a carcaça do pneu até a terceira reforma para 15 marcas de pneus de carga.

“Com a RQG, a Vipal reafirma o alto padrão de qualidade e confiabilidade da reforma e dos serviços de sua Rede Autorizada”, salienta Eduardo Sacco, gerente de marketing da companhia. “No caso dos pneus Fate, empresa associada a Borrachas Vipal, a garantia estendida em 40% a mais no valor de reposição do pneu reformado é um benefício que estamos oferecendo para comemorar junto com nossos consumidores o aniversário da empresa”, completa.

Para saber mais detalhes sobre a RQG (Reforma Qualificada e Garantida) o consumidor deve acessar: www.borrachasvipal.com/servicos/pt ou procurar um Reformador da Rede Autorizada Vipal.

Fonte: O Carreteiro

RODOVIAS CATARINENSES TERÃO INVESTIMENTO SUPERIOR A R$ 600 MILHÕES


Deste montante, R$ 500 milhões foram obtidos com o BID.

Na última semana, o governo de Santa Catarina formalizou o empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assegurando US$ 250 milhões, mais de R$ 500 milhões, para a malha rodoviária do Estado. O acordo prevê a construção e melhoria de rodovias estaduais nos próximos três anos.

Pelos termos do acordo, o empréstimo será pago em 25 anos, após um período de 60 meses de carência. Os US$ 250 milhões representam o maior valor já recebido pelo Estado em 30 anos de parceria com o BID como contrapartida, o governo terá de investir outros US$ 75 milhões, cerca de R$ 152 milhões.

Os investimentos integram o programa Pacto por Santa Catarina, que prevê a aplicação de R$ 2,8 bilhões em infraestrutura rodoviária, aporte que também conta com linhas de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da Cooperação Andina de Fomento.

Os recursos asseguram obras capazes de melhorar o transporte de passageiros e de cargas, como as pavimentações da SC-161 (entre Romelândia e Anchieta) e da SC-467 (entre Jaborá e Ouro). Facilitar o acesso aos portos e tornar as rodovias mais seguras foram outros cuidados tomados pelo Estado ao escolher as obras que serão executadas.

Fonte: Diário Catarinense

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MERCEDES FAZ RECALL DE CAMINHÕES FABRICADOS DE AGOSTO DE 2011 A NOVEMBRO DE 2012


A montadora está convocando proprietários de caminhões Axor, Atego, Accelo, Atron e LN, e de chassis de ônibus O 500, OF, LO e OH.

A Mercedes-Benz do Brasil convoca os proprietários de caminhões Axor, Atego, Accelo, Atron e LN, e de chassis de ônibus O 500, OF, LO e OH, fabricados entre agosto de 2011 e novembro de 2012, com chassis de números (não sequenciais) de 9BM979048BB812873 a 9BM693298CB886718, para a verificação, e se necessário, correção do torque de aperto do parafuso trava dos cubos de rodas do eixo dianteiro e do eixo de apoio NR4 Suspensys (que equipa somente o modelo  O 500 articulado).

A Empresa constatou que, ainda que seja uma possibilidade remota, devido a uma falha humana na linha de montagem, o parafuso trava pode ter recebido torque de aperto inferior ao espeficicado, e em casos extremos, poderá ocorrer o desprendimento do cubo de roda do veículo.

Solicitamos aos proprietários dos veículos envolvidos neste recall o agendamento do serviço junto ao concessionário de sua preferência para verificação e, se necessário, correção do torque de aperto do parafuso trava.

Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente Mercedes-Benz (0800 970 90 90) ou consultar o site www.mercedes-benz.com.br.

A convocação dos proprietários está sendo feita por meio de correspondência direta e informe na mídia. Com essa iniciativa, a Mercedes-Benz do Brasil visa assegurar a máxima satisfação de seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca.

Fonte: Carga Pesada

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

BETO MONTEIRO LEVA FÓRMULA TRUCK AO PÓDIO DO DESAFIO INTERNACIONAL DAS ESTRELAS


Beto Monteiro comemorou a conquista do pódio em sua estreia no Desafio Internacional das Estrelas. O piloto pernambucano, um dos destaques do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, conquistou neste domingo (13) o terceiro lugar na segunda e última bateria do torneio de kart, que confrontou nomes expressivos do automobilismo brasileiro e mundial no Kartódromo Beto Carreiro, na cidade catarinense de Penha.

A corrida foi vencida pelo brasiliense Felipe Nasr, representante do Brasil na GP2. O segundo foi o também brasiliense Nelsinho Piquet, que atua na Camping World Truck Series. Monteiro assegurou sua aparição no pódio na penúltima volta, com uma ultrapassagem sobre Jules Bianchi, piloto de testes da equipe Force India na Fórmula 1 – o francês, que venceu a primeira bateria, no sábado (12), foi o campeão do Desafio Internacional.

“Foi um fim de semana fantástico”, definiu Monteiro, que participou do Desafio Internacional das Estrelas com apoio da Iveco, marca que defende na Fórmula Truck desde a temporada de 2009. “É um tipo de evento que sempre vai desafiar você mais do que você imagina, pelo nível dos pilotos que estavam na pista, todos eles são caras atuantes no kart. Conseguir um pódio no meio de tantos caras de nível mundial foi sensacional”, descreveu.

Largando em 18º na primeira bateria, Monteiro propôs-se a uma prova de reabilitação. Terminou a disputa em oitavo, assegurando a pole-position da segunda corrida. O regulamento do Desafio determina que o resultado final da prova inicial seja reproduzido no grid da bateria decisiva, respeitando-se a inversão absoluta das oito primeiras posições. Bianchi, por ter sido vencedor, largou da oitava posição na prova deste domingo.

“Eu sabia que seria difícil, atrás de mim estavam caras como o Vitor Meira, o Nelsinho Piquet, o Felipe Nasr, os caras da Fórmula 1. Mas ninguém veio aqui atrás de facilidade, mesmo”, brincou Monteiro. “Na largada meu motor teve uma ligeira falha, não arrancou. Perdi duas posições. Depois, quando fui ultrapassado pelo Bianchi, comecei a seguir o kart dele de perto e notei que ele sempre abria um pouquinho mais em uma curva”, contou.

Foi a curva onde aconteceu, na 28ª volta, a ultrapassagem que valeu o pódio. “O pessoal brincou, muitos acharam inusitado ver um piloto de caminhão andando forte no kart, mas o kart não chega a ser uma novidade para mim. Eu faço treinos de kart sempre que posso, para manter o condicionamento físico”, lembrou o pernambucano, que participa todos os anos das 500 Milhas de Kart – a edição de 2012 também aconteceu no Beto Carrero.

Encerrada a temporada de competições festivas de kart, Beto Monteiro intensifica sua preparação para o Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, que terá a primeira de suas dez etapas no autódromo gaúcho de Tarumã, no dia 10 de março. “Agora é foco total no campeonato, vamos tratar de agendar os primeiros treinos e providenciar tudo que for possível para o caminhão estar ainda mais competitivo que no ano passado”, comentou.

Fonte: Fórmula Truck

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

FOTON AUMARK INICIA NOMEAÇÃO DE CONCESSIONÁRIOS


Empresa diz que conceito de revendas no Brasil estabelece instalações menores, práticas e eficientes.

A Foton Aumark do Brasil, representante da Beiqi Foton Motor Co. no País – maior montadora de caminhões da China – está prospectando interessados em representar a marca no Brasil, por meio de suas concessionárias. Inicialmente, a empresa está aberta a investidores nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e Distrito Federal. 

De acordo com Ricardo Mendonça de Barros, Diretor de Desenvolvimento da Rede de Concessionárias Foton Aumark, além da grande oportunidade de negócio, o investidor poderá fazer parte de uma das mais importantes marcas de veículos comerciais do mundo, iniciando suas atividades no Brasil, e terá também a chance de crescer junto com a marca no País.

“Trata-se de uma das melhores oportunidades no setor que surgiu nos últimos tempos. O investimento inicial será pequeno, compatível com a empresa em início de atividades no País e que precisa criar seu parque circulante. É um modelo muito diferente do praticado no mercado por outras marcas já estabelecidas, que exigem milhões de reais em prédios e garantias financeiras e que bloqueiam o patrimônio do investidor sem o retorno esperado”, afirma Mendonça de Barros.

O novo conceito de revendas da marca no Brasil estabelece instalações menores, práticas e eficientes em vendas e pós-venda. “Como nessa fase inicial nossos caminhões estão segmentados entre 3,5t e 8,5 toneladas, as instalações das concessionárias precisam estar localizadas em áreas urbanas e por isso, sabendo das dificuldades em se encontrar imóveis maiores bem localizados, decidimos privilegiar a capilaridade, ou seja, instalações menores, eficientes, com custos iniciais menores também. Com o investimento de uma concessionária tradicional, nossos investidores podem abrir três ou quatro concessionárias Foton, cobrindo um território maior”, diz Mendonça de Barros.

Para o executivo, os candidatos a abrir uma concessionária Foton Aumark do Brasil só precisam ter vocação para o comércio, disponibilidade em trabalhar e acreditar no sucesso. “Procuramos conhecer também a origem e a transparência do grupo investidor. A Foton vai crescer no mercado naturalmente e quem quiser investir na marca daqui a três ou quatro anos, certamente terá que desembolsar uma quantia muito maior. Portanto, o momento é agora”, conclui Mendonça de Barros.

Os interessados em conhecer o negócio Foton Aumark e ser concessionários da marca que é a maior do mundo em volume de vendas de caminhões, podem enviar email para o seguinte endereço: concessionaria@fotonmotors.com.br.

Fonte: Carga Pesada

JAC AMPLIARÁ INVESTIMENTO NO BRASIL EM R$ 100 MILHÕES


Aporte adicional será aplicado em nova linha de montagem para caminhões.

A JAC Motors aumentará em R$ 100 milhões o investimento para a construção de sua fábrica que começou a ser erguida em Camaçari (BA), totalizando o aporte em R$ 1 bilhão. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o novo valor contemplará uma linha de montagem para caminhões de pequeno porte com capacidade para 10 mil unidades por ano. O primeiro modelo a ser montado será o T140, cujas vendas iniciaram em dezembro passado e que marcou a entrada da marca no segmento de veículos comerciais.

O caminhão da JAC, que se encaixa na categoria de Veículo Urbano de Carga (VUC), tem capacidade de carga de 1,5 a 3,5 toneladas e é oferecido no mercado por R$ 69,9 mil. Segundo a assessoria da JAC, o caminhão é vendido nas concessionárias da rede junto com os automóveis e não terá, a princípio, uma rede própria.

De acordo com a reportagem, o presidente da JAC Motors no Brasil, Sérgio Habib, justifica que o investimento para a montagem da linha de caminhão não é elevado porque algumas áreas dedicadas a automóveis, como pintura e montagem da cabine, serão compartilhadas com caminhão. O executivo também disse que estuda produzir futuramente na mesma linha caminhões de 6 a 8 toneladas de capacidade de carga. 

Habib afirmou ainda que definirá nos próximos meses se inicia as operações com automóveis ou com o caminhão. Quando anunciou o investimento no Brasil, a JAC pretendia iniciar as operações em 2014 com a produção das versões hatch e sedã da próxima geração do modelo J3.

Fonte: Automotive Business

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

CONCESSIONÁRIOS FORD ESPERAM O CARGÃO PARA O MEIO DO ANO


Lançada no primeiro semestre de 2011, a nova família do Ford Cargo prepara-se para ganhar o esperado modelo extrapesado 1846 T (sigla da Europa), conhecido em São Bernardo (SP) como Cargão.


Deve vir para as concessionárias em meados de 2013 o esperado modelo extrapesado do Ford Cargo e seu ‘acabamento final’ está sendo ultimado no campo de provas da montadora em Tatuí (SP), sob a supervisão de engenheiros da Otosan, afiliada turca da Ford. A configuração do cavalo-mecânico 4×2, situado na classe das 40 toneladas de PBTC, já ganha as estradas na Europa, onde apareceu com dupla e surpreendente novidade. Primeiro, por a marca estar de volta ao mercado europeu de extrapesados, do qual se ausentou durante décadas (sua mira voltou-se para as vans Transit). Também pelo seu “look de personalidade”, fruto da frente bem resolvida, segundo o conceito kinetic-design apresentado quando do lançamento do novo modelo no Brasil em 2011 ou conforme explicado por fonte da Ford, “ele passa a ideia de imagem em movimento”. Rômulo Peixoto, consultor de vendas da concessionária Pisa, de Contagem (MG), resume tudo em “cabine impactante”.

O seu grafismo inovador merece palmas. Consegue romper com a mesmice estilística dos demais fabricantes de caminhões de configuração cara-chata, na qual o peitoral em forma de trapézio invertido não escapa das taliscas ou elementos horizontais, repetidos no Scania, MAN, Iveco e mais recentemente nos lançamentos da DAF e Daimler, respectivamente modelos XF e Arocs.

O Cargão é filho de vários ‘pais’. A Ford Brasil é coautora, mas no topo a Otosan, da Turquia. Lá a Ford americana constituiu uma joint-venture com a poderosa família Koc, onde produz caminhões e vans Transit. O alvo imediato do novo Cargo 1846 T são os países do Europa Central, Rússia, África do Sul e Oriente Médio. Ao contrário do que se pensou no Brasil, seu motor não é o Cummins, mas o Cursor da Iveco. Ele desloca 10,3 litros de cilindrada, podendo desenvolver 430 cv (Euro 3) e 460 cv (Euro 5). E como tal o veremos por aqui.

Os parentescos internacionais – especialmente na Inglaterra – levaram a Ford à escolha do fornecedor FPT (Fiat Power Train), coligado à Iveco. Este conjunto de força de seis cilindros em linha adota na Turquia a injeção de alta pressão através de bicos injetores unitários (tipo EUI), combinados com o turbo de geometria variável. O componente tornou-se unanimidade entre os fabricantes de motores por sua possibilidade de encher os cilindros em baixos giros, contribuindo para a tão perseguida economia de combustível. Dita virtude, calibrada com o escalonamento do câmbio automatizado ZF de 12 velocidades, combinadas com a redução do eixo traseiro, resulta em números interessantes para o Cargo 1846 T. A 80 km/h, por exemplo, seu motor trabalha manso a 1.200 rpm. Não faltam igualmente ao produto Ford para 40 t, os rebuscamentos do EBS, ESP e hillholder – aquela abençoada parada de segundos que muito facilita as arrancadas de morro acima, sem riscos de trancos para a transmissão. No Brasil, haverá uma vindoura configuração de cavalo-mecânico 6×2.

Fonte: Carga Pesada

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

DUPLICAÇÃO DA SERRA DO CAFEZAL DEVE COMEÇAR EM 90 DIAS


Concessionária diz que obra vai custar R$ 700 milhões e durar cerca de quatro anos.

A concessionária Autopista Régis Bittencourt divulgou segunda-feira (7) que obteve a liberação da Licença de Instalação (LI) para as obras de duplicação do trecho de 19 quilômetros da Serra do Cafezal, entre o km 344 e o km 363 da BR-116, em Miracatu (SP), um dos pontos campeões em acidentes no País.

Segundo a empresa, a licença foi emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama, e publicada no Diário Oficial da União deste dia 7. Com a LI, de acordo com a concessionária, as obras devem começar em aproximadamente 90 dias – período em que a Autopista Régis Bittencourt deverá as condicionantes administrativas e ambientais listadas no documento.

Após cumprir essas condicionantes e os programas ambientais referentes à flora e à fauna, a Concessionária informa que poderá iniciar a supressão vegetal e as obras. De acordo com a empresa, são exemplos dos condicionantes impostos pelo Ibama a coleta de amostra de água, a identificação da fauna existente, a coleta de sementes de espécies em extinção e a demarcação das áreas de intervenção para a execução das obras, além de desapropriações, detalhamento do Projeto Executivo e aprovação junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A duplicação da Serra do Cafezal é a obra mais importante do contrato de concessão firmado entre a concessionária e a ANTT, pelo fato de o trecho ser o único em pista simples da rodovia. A extensão total da duplicação é de 30 quilômetros, começando no km 336,7 (Juquitiba-SP) e terminando no km 367 (Miracatu-SP) da rodovia Régis Bittencourt. Destes 30 quilômetros, 11 já foram duplicados e estão em operação, entre o km 336,7 e o km 344, e entre o km 363 e o km 367.

As obras dos 19 quilômetros restantes deverão ser realizadas em aproximadamente quatro anos. O investimento total na duplicação da BR-116/SP é de R$ 700 milhões.

Obras

Segundo a concessionária, o projeto de obra para o trecho de 19 quilômetros da Serra do Cafezal inclui uma pista com três faixas de rolamento no sentido São Paulo e com duas faixas no sentido Curitiba. O projeto envolve uma série de obras de arte especiais, estrategicamente calculada para minimizar o impacto no meio ambiente.

São 35 pontes e viadutos, que somam sete quilômetros, e quatro túneis com extensão total de 1,8 quilômetro. Serão utilizados cerca de 100 mil metros de volume de concreto e 1,4 milhão de metros cúbicos de volume de terra. 

Fonte: Autopista Régis Bittencourt

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CAMINHÕES TERÃO IPI ZERO PERMANENTE


Entidades comemoram decisão divulgada pelo Ministério da Fazenda.

O Governo anunciou a permanência do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) zero para caminhões. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a manutenção da taxa zero ocorrerá porque esses veículos são considerados bens de capital (usados na produção) e o governo pretende continuar a desonerar os investimentos.

A renúncia fiscal com a desoneração do IPI de veículos será de R$ 2,063 bilhões no próximo ano. Os descontos para o setor tiveram início em maio, foram prorrogados em agosto e, depois, novamente em outubro.

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) recebeu com otimismo o anúncio. “Este era um pleito da Fenabrave e de outras entidades, e que o governo atendeu”, comemora Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave e representante do setor de caminhões na entidade.

Fonte: Agência CNT de Notícias

FENABRAVE ESPERA CRESCIMENTO TÍMIDO EM 2013

Associação dos concessionários calcula avanço de 3,5%.

A associação dos concessionários, Fenabrave, projeta em não mais de 3,5% o crescimento do mercado brasileiro de veículos em 2013 na comparação com 2012, para o total de 3,9 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados este ano. 

A previsão foi divulgada na quinta-feira, 3, pelo presidente da entidade, Flávio Meneghetti. Ao contrário do que ocorria em anos anteriores, o desempenho projetado pelos revendedores é mais pessimista do que a estimativa dos fabricantes associados à Anfavea, que esperam avanço de 3,5% até 4,5%, mas também pode ser visto como otimista, dadas as condições adversas que despontam para o ano novo, em especial o aumento dos preços causado pelo fim gradativo dos descontos de IPI, além do crédito restrito pela inadimplência ainda alta. 

Para a Fenabrave, o mercado de veículos leves deve fechar 2013 com avanço de 3%, sendo 3,5% para carros de passageiros e apenas 1% para utilitários, somando 3,74 milhões de unidades emplacadas no ano. Essa projeção, segundo Meneghetti, está lastreada na confiança de continuação dos níveis de pleno emprego no País e expansão da renda média da população, calculada em pouco mais de 6% pela consultoria MB Associados. 

“Os primeiros três meses do ano serão difíceis, com consumidores em férias, aumento de gastos e dos preços dos carros. O cenário não é róseo, mas com pleno emprego e crescimento da renda o mercado de veículos pode crescer no mesmo ritmo do PIB, estimado em torno de 3%”, avalia Meneghetti. 

O dirigente não espera por novos descontos de IPI em 2013. “Fica difícil, o governo já anunciou que o imposto volta ao normal gradativamente até julho. Não existe clima político nem financeiro para novos incentivos”, disse, lembrando que Estados e municípios já reclamam do repasse que perderam com o corte. 

CAMINHÕES E ÔNIBUS

No caso das vendas de caminhões, a projeção da Fenabrave para 2013 é de crescimento de 16% sobre 2012, para 159,7 mil unidades, próximo ao resultado de 2010 (157,4 mil), mas ainda distante do recorde de 2011 (172,6 mil). 

“Houve em 2011 crescimento atípico do mercado de caminhões, provocado pela mudança da legislação de emissões no ano seguinte (que tornou os veículos mais caros), com muitas antecipações de compra. Pelo mesmo motivo, aliado ao ritmo mais lento da economia, houve queda atípica das vendas em 2012. Agora os negócios devem voltar ao ritmo normal”, analisa Meneghetti. Ele destaca também que os financiamentos do BNDES para o setor continuam muito atrativos, com juros reais negativos, abaixo da inflação. 

No mercado de ônibus, que em 2012 sofreu menos com a evolução da legislação de emissões, a Fenabrave estima crescimento de 4,1% nas vendas em 2013, para 30,9 mil unidades emplacadas. 

IMPACTO DO IPI

O presidente da Fenabrave diz que, com o fim gradativo do desconto de IPI para veículos leves, o impacto imediato sobre os preços finais deve girar de 3% a 4%, dependendo do modelo. “Ainda estamos recebendo as novas tabelas das montadoras, por isso ainda não temos esse valor com precisão”, explica. 

Meneghetti destaca, no entanto, que esse aumento poderá ser, em grande medida, compensado pela queda expressiva dos juros no decorrer de 2012. “Ainda estamos fazendo esse cálculo, mas o acréscimo nas prestações de um financiamento deve ser muito pequeno”, diz, lembrando que em maio, quando o governo anunciou os cortes de IPI dos automóveis, o impacto nos preços foi de 6% a 8%, o que somado aos descontos dos fabricantes e às taxas menores, na época reduziu o valor das parcelas em torno de 14%. 

O dirigente também recorda que o aumento médio de preços dos veículos foi inferior à inflação nos últimos dois anos. A economista Tereza Fernandez, diretora da MB Associados, acrescenta que, descontada a inflação de 2012, o aumento real dos carros pode ficar muito próximo de zero. “Claro que deve haver elevação no valor nominal agora, mas pode ser ainda abaixo da inflação”, ela calcula. 

INADIMPLÊNCIA E CRÉDITO

O cenário do crédito para aquisição de veículos deve continuar restritivo em 2013, porque a alta da inadimplência tornou os bancos mais seletivos na aprovação dos financiamentos, o que acaba anulando os juros mais baixos praticados na história do País. “O total de contratos inadimplentes (em todas as modalidades) já atinge R$ 44 bilhões e mais de 20% da renda das famílias estão comprometidos, o que torna difícil a expansão do crédito”, avalia Tereza Fernandez. 

A inadimplência dos financiamentos de veículos, que passou de 6% em 2012, começou a recuar e chega ao fim do ano menor, 5,9%, mas ainda assim muito alta, o dobro do nível confortável de 3% verificado até o fim de 2010. “A inadimplência demora teimosamente a ceder e por isso os bancos vão continuar a restringir o crédito”, avalia Meneghetti. “Ainda vai levar algum tempo para limpar das carteiras os contratos inadimplentes, a maioria com prazos de 60 meses”, lembra. 

Para Tereza Fernandez, a taxa de inadimplência dos financiamentos de automóveis deve continuar a recuar lentamente em 2013, para 5% ou 4,9% até o fim do ano. Meneghetti destaca que a Febraban, a federação dos bancos, em 2012 havia calculado em cerca de 18 meses o prazo para limpar as carteiras. “Por isso espero que antes do fim de 2013 o ritmo de concessões possa aumentar um pouco, mas não no mesmo ritmo de antes, com planos longos e sem entrada”, finaliza.

Fonte: Automotive Business

DIESEL S-10 JÁ ESTÁ DISPONÍVEL EM 2.400 POSTOS


Produto atende motores com tecnologia Euro 5.

A Petrobras informa que 2,4 mil postos BR em todo o País já oferecem o novo diesel S-10, com baixo teor de enxofre de até 10 partes por milhão, que garante a operação adequada dos motores da geração Proconve P7(equivalente a Euro 5). O produto representa um passo à frente do diesel S-50 (disponível desde 2011). 

A empresa comercializa também o Flua, aditivo a base de ureia para tratamento de emissões em motores Euro 5 com tecnologia SCR, e o lubrificante Lubrax Advento, indicado para esses propulsores. 

Segundo a Petrobras, o uso desses produtos nos motores com tecnologia EGR (Recirculação de Gases de Exaustão) e SCR (Redução Catalítica Seletiva) traz uma série de vantagens para o meio ambiente e para os veículos, como a redução das emissões de enxofre e de formação de depósito no motor. 

O sistema EGR exige o uso do diesel S-10, enquanto o sistema SCR pede, além do S-10, produtos como o Flua (Arla 32), um agente redutor que trata as emissões e garante a potência do motor. Até agora, com a ausência do S-10 no mercado brasileiro, os caminhões P7 vinham sendo abastecidos com o diesel S-50. Já o diesel S-500 pode ser utilizado por motores com tecnologias equivalentes a Euro 1, Euro 2 e Euro 3. 

Dúvidas sobre o novo produto podem ser esclarecidas gratuitamente pelo telefone 0800 728 9001 ou no portal http://www.br.com.br, onde está disponível a relação dos postos de combustível Petrobras que oferecem o S-10.

Fonte: Automotive Business

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

FENABRAVE: MERCADO DE CAMINHÕES RECUA 20,22% EM 2012

Durante o ano passado, foram emplacados no Brasil 34.906 caminhões a menos que em 2011.


Durante o ano passado, foram emplacados no Brasil 34.906 caminhões a menos que em 2011. A retração no mercado foi de 20,22%. Na comparação com 2010, a queda foi de 12,63%, com 19.911 caminhões a menos. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave). O balanço da Anfavea sairá na segunda-feira.

A retração de 2012 foi o dobro do que se estimava no início do ano. O mercado de caminhões sabia que seria impossível igualar o total de vendas de caminhões de 2011, considerado um ano atípico. A projeção era de que as vendas caíssem 10% em função das antecipações de compra relacionadas à motorização Euro V, obrigatória a partir de janeiro de 2012.

O desaquecimento econômico do País, com um Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 1,5%, ajuda a explicar a retração acima do esperado nas vendas de caminhões.

Outros Veículos 

O mercado de implementos rodoviários recuou 11,65% em 2012, quando foram emplacadas 52.105 unidades. No ano anterior, haviam sido 58.997. O segmento de ônibus também experimentou uma queda de quase 15% nos emplacamentos em 2012. No total, foram emplacados 29.716 ônibus, contra 34.944 de 2011.

Completando a lista dos segmentos que tiveram retração, vêm as motocicletas. Foram emplacadas 1,6 milhão de unidades em 2012, contra 1,9 milhão do ano anterior (-15,62%).

Para salvar o mercado de veículos, houve crescimento nas vendas em dois segmentos: o de automóveis e o de comerciais leves. No primeiro caso, foram emplacadas 2,841 milhões de unidades, contra 2,645 milhões de 2011 – aumento de 7,44%. No segundo, foram registrados 792.485 emplacamentos, 1,57% a mais que os 780.229 de 2011.

Fonte: Carga Pesada