segunda-feira, 1 de setembro de 2014

RODOANEL NORTE DE BH ATRAIU APENAS UM INTERESSADO

A concessão está sendo oferecida por 30 anos, mediante investimento de R$ 4 bilhões.

A secretaria de estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) de Minas divulgou em 27 de agosto que apenas um concorrente participou da licitação para elaboração dos projetos de engenharia, implantação e execução das obras e administração da PPP do Contorno Metropolitano Norte. Trata-se do consórcio Rota Metropolitano Norte. Ele é formado por participantes de peso, como as empreiteiras Odebrecht Transport, Barbosa Mello Participações e Ecorodovias Infraestrutura e Logística.

A concessão está sendo oferecida por 30 anos, mediante investimento de R$ 4 bilhões, sendo R$ 3,2 bilhões da concessionária e R$ 800 milhões do estado. A iniciativa do governo ocorreu em fevereiro passado e sugere o pedágio de R$ 7,50, cobrado em quatro postos, dois em cada sentido. Diante de um único interessado, já não é bom sinal, porque o valor da tarifa será fixado sem concorrência. Por outro lado, a eventual discussão perde importância diante da premência da obra.

Será a única possibilidade de desafogar o amaldiçoado Anel Rodoviário de Belo Horizonte, sob jurisdição federal. Ele foi duplicado em 1982 e ficou absurdamente saturado pelo fluxo de 150 mil veículos por dia. O projeto mineiro de alívio rodoviário deverá atrair 70 mil passantes, ligando Betim (BRs-381/262) a Ravena (município de Sabará) na mesma via. Já do outro lado da região metropolitana, rumo a João Monlevade. De ponta a ponta terá 66 quilômetros de extensão, conectando-se à BR-040 (para Sete Lagoas) e à MG-10, com passagem pelos municípios de Contagem, /Ribeirão das Neves, Pedro Leopoldo, Vespasiano e Santa Luzia.

O primeiro dia de trabalho da Comissão Especial de Licitação se resumiu na conferência das credenciais apresentadas e identificação do único consórcio participante. Além disso, haverá abertura do envelope contendo a garantia da proposta e a documentação da qualificação técnica. Ao término das etapas, os resultados serão publicados no Diário Oficial de Minas Gerais, estipulando prazos legais para interposição de recursos. Mesmo seguindo toda a liturgia das leis federais de licitação e de PPP (8.666/93 e 11.079, respectivamente), há muito a desconfiar ainda do próximo governo estadual, com tendência a ser PT. Na prática, os eventuais entraves políticos significam atraso. Ainda assim, menos demorados do que o prosseguimento da modernização do velho Anel Rodoviário da cidade. Nesse, conforme Carlos Melles, ex-titular da Setop, antes de jogar as máquinas em cima, há que se reassentar cerca de 4 mil famílias, ocupando a faixa de domínio há décadas.


Fonte: Carga Pesada

FOTON INAUGURA CONCESSIONÁRIA MODELO

Futura fabricante de caminhões pretende abrir 50 lojas até julho de 2015.

Quatro meses depois de apresentar o terreno de Guaíba (RS) que abrigará sua futura fábrica no Brasil, prevista para entrar em operação no primeiro semestre de 2016, a Foton Aumark abriu as portas de sua primeira concessionária modelo na quinta-feira, 28. 

Localizada em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, a revenda pertence ao grupo empresarial LCM (Luiz Carlos Mendonça), sociedade entre o presidente da Foton Aumark, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e do diretor comercial e de desenvolvimento de rede, Ricardo Mendonça de Barros. Segundo o diretor, o grupo foi criado com o objetivo de formar forte rede de representação da marca na região, importante para o segmento de caminhões leves e semileves no qual a empresa atuará a princípio. 

“A LCM é uma empresa com estrutura e gestão independente da Foton, focada nas operações comerciais. É uma prova de que apostamos nas vendas da marca no Brasil. Duas novas concessionárias padrões LCM devem ser inauguradas nos próximos meses, uma em Várzea Paulista e a outra no Ceasa, pontos de acesso de caminhoneiros”, comenta o diretor. 

Durante apresentação do terreno da fábrica, o presidente já havia anunciado que, mesmo diante de sucesso futuro da marca, poderia vender a planta brasileira pronta para os chineses do Grupo Beiqi Foton Motors. “Nós temos dois contratos com a Foton, um para a fabricação de veículos e outro para revendê-los no Brasil. Nada nos impede de apenas representar as vendas da marca no futuro”, apontou Mendonção, como é conhecido. 

A nova unidade de Guarulhos, no bairro de Cumbica, substitui outra concessionária do grupo que ficava na mesma cidade. A casa foi realocada para uma região com maior fluxo de caminhões e fácil acesso aos clientes e é a primeira construída dentro dos padrões visuais, de qualidade e de conforto estipulados pelos executivos da empresa. 

COMPETITIVIDADE 

Bernardo Hamacek, CEO da Foton Aumark, explica que a ideia é ter lojas tanto da LCM quanto de outros grupos espalhados pelo País, com operação enxuta. “Não queremos ter concessionárias muito grandes, que tenham custo muito alto. Pretendemos reduzir o máximo possível o tempo de espera do motorista, fazendo com que seu caminhão seja consertado no mesmo dia. Não temos espaço para deixar veículos parados. Será uma rede eficiente, mas sem a necessidade de luxos. O cliente comprou um caminhão com custo competitivo e também não quer pagar caro para mantê-lo.” 

Maurim Silva Junior, gerente geral da LCM Caminhões, conta que a operação é enxuta, mas preza pelo bom atendimento. A concessionária de Guarulhos, em seus 800 metros quadrados de área construída, conta com um espaço para o descanso e lazer com uma estrutura com banheiros, café, água, internet wi-fi, TV por assinatura e jogos interativos. Tem oito boxes para prestar serviços de mecânica, elétrica, revisões de troca de óleo, área de financiamentos e seguros e vendas. 

Para abrir uma concessionária de “padrão intermediário”, com um a dois boxes de atendimento, Hamacek diz que é necessário investimento de cerca R$ 1,2 milhão. O executivo calcula que uma unidade do tipo tenha de vender 10 caminhões por mês ou 120 por ano para ser lucrativa. “Em dois anos, o executivo recupera o investimento inicial”, aponta. 

Durante a última ExpoFenabrave, no início do mês, segundo Ricardo Mendonça de Barros, 25 grupos de distribuidores de outras marcas de caminhões entraram em contato com a Foton para abrir loja no Brasil. “Desses, 20 já assinaram a carta de intenção”, aponta o diretor. Atualmente, a Foton tem 26 concessionárias espalhadas pelo País. O número deve aumentar para 30 ainda este ano e para 50 até o meio do ano que vem. 

“Nós temos conseguido atrair distribuidores por causa de um ‘business plan’ estruturado para garantir boa margem de lucratividade. A maioria das concessionárias nasce com planos para 10, 20 anos. Nós, não. Estamos focados em pensar nos próximos dois anos em ter resultados já a curto prazo. O nosso grupo tem experiência suficiente para apontar o que não pode ser feito”, explica Antonio Daldati, conselheiro da presidência e das operações comerciais, que teve longa passagem pela Volkswagen e Iveco. 

Uma das apostas para a alta competitividade das lojas, segundo Dadalti, será trazer peças importadas da China para suprir o pós-vendas. “Os nossos caminhões já nascem com 70% de peças nacionais para ter acesso à linha de financiamento Finame, do BNDES. Mas isso não significa que suas peças de reposição precisam ser nacionais. Hoje é muito mais barato importar altos volumes da China, mesmo pagando impostos, do que comprar dos mesmos fornecedores nacionais. O consumidor que pagou por um caminhão mais barato não vai querer desembolsar alto valor para troca de uma peça.” 

A Foton já conta com centro de distribuição, em Várzea Paulista (SP), para armazenagem de peças. “Temos estoque de quase R$ 5 milhões em autopeças e temos expectativas de expansão”, conta Hamacek, que acrescenta: “Se fornecedores nacionais quiseram atender o nosso mercado de reposição no futuro, deverão ser mais competitivos e apresentar preços mais baixos.” 

A Foton já vende produtos com preços competitivos e com bom nível de acabamento. O caminhão de 3,5 toneladas custa a partir de R$ 81.900. O de 6,5 toneladas tem preço sugerido de R$ 97.350. O de 8 toneladas sai por R$ 107.200. E o de 10 toneladas, por R$ 119.800. 

Enquanto a fábrica não fica pronta, a empresa, habilitada como investidora pelo Inovar-Auto, pode importar da China até 8,5 mil caminhões, de 3,5 até 10 toneladas, dos mesmos modelos que serão feitos aqui, volume que considera mais do que suficiente para cobrir as necessidades do mercado até 2016. Este ano a empresa pretende fechar com 700 unidades vendidas.


Fonte: Automotive Business

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CONTINENTAL TRAZ CONTIHYBRID PARA O BRASIL

Pneu radial pode ser aplicado em todos os eixos de ônibus e caminhões leves.

A Continental lança no Brasil o pneu ContiHybrid LA3, específico para uso em ônibus e caminhões leves. Disponível na medida 215/75 R17.5, o novo produto, um radial sem câmara, pertence à terceira geração de pneus da marca e pode ser aplicado em todos os eixos. 

“O lançamento do pneu ContiHybrid veio para suprir o forte crescimento deste segmento em razão das restrições impostas nas grandes metrópoles ao tráfego de veículos comerciais pesados de carga”, disse Glen Carson, gerente de vendas de pneus para veículos comerciais da Continental Pneus Mercosul.

Entre suas tecnologias, estão as ranhuras em três dimensões e maior qualidade de borracha na banda de rodagem, agora com quatro sulcos, contribuindo para o desgaste mais uniforme no pneu. 

“O resultado final é um incremento de até 8% na quilometragem. É muito importante contar com um produto com uma primeira vida superior, afinal, os pneus respondem pelo segundo maior custo de uma frota, atrás apenas do combustível”, explica Fernando Peruzzo, coordenador de desenvolvimento de produtos comerciais da Continental Pneus Mercosul. 

O novo pneu conta também com o Air Keep Inner LinerTM, que alia um novo composto na parte interna do pneu ao sistema de vulcanização, o que possibilita retenção até 50% mais eficiente da pressão de ar interna, resultando em uma maior durabilidade e ampliação da capacidade de recapagem da carcaça. A redução na deformação da carcaça também colabora para diminuir a resistência do pneu ao rolamento, proporcionando reflexos na economia de combustível e na menor emissão de CO2.


Fonte: Automotive Business

PÓSITRON RENOVA RASTREADORES DESCARTÁVEIS

Criados para frotistas, eles podem ser configurados pela internet.

A fabricante Pósitron lançou uma nova versão do rastreador descartável desenvolvida para frotistas. O equipamento é indicado para operações de transporte e logística, em que o rastreamento é essencial. O dispositivo é configurável pela internet, tem bateria de longa duração e sua localização é feita via GSM e GPS. Antes era apenas GSM. Em uma dar versões, o comprimento do rastreador baixou de 26 para 10,5 centímetros. 

“O produto dispensa fios. É vendido em pacotes a partir de 30 dias de validade. O frotista pode escolher a melhor opção para o tipo de carga que pretende transportar”, afirma a gerente da unidade de rastreamento da Pósitron, Ana Cardoso. 

De acordo com a companhia, o valor unitário pode chegar a R$ 399. A empresa oferece outros produtos e serviços para frotistas. Um deles é a plataforma com os rastreadores híbridos Dual e Dual Sat. Ela se integra aos sistemas do cliente e tem monitoramento e bloqueio sequenciado de portas, baús, travas e sistema de troca de mensagens entre a central, o veículo e o condutor, por meio de teclado.


Fonte: Automotive Business

MDIC HOMOLOGA CONSTRUÇÃO DE FÁBRICA DA SINOTRUK NO BRASIL

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) acaba de habilitar a SBTC Indústria de Veículos S/A – detentora dos direitos de comercialização e uso de tecnologia da marca chinesa Sinotruk no Brasil- ao Programa Inovar-Auto, na categoria “Projeto de Investimento”. 

As obras de terraplanagem da primeira unidade fabril da Sinotruk no País está prevista para começar na segunda quinzena de setembro e deve durar três meses. A fábrica, com área construída 34 mil m2, de área construída, estará localizada em Lages/SC, em um terreno de 1.000.007m2 , de área total. . A partir de janeiro de 2015, terá início a construção civil da fábrica, com duração estimada de 12 meses, para conclusão da obra. 

O diretor presidente da SBTC, Joel Anderson, diz que a produção será iniciada oficialmente em julho de 2016. A capacidade produtiva instalada será de 8 mil unidades/ano e a linha de montagem começará produzindo caminhões Sinotruk da linha extra-pesada em regime de CKD (Completely Knock-Down). No primeiro ano de operação, o volume produzido deverá ser de 1.800 unidades. Até o final de 2017, a empresa pretende atingir o índice de 60% de nacionalização de componentes de seus caminhões, ampliar a gama de produtos e ingressar na linha de veículos comerciais médios e semi-pesados. 

O capital social da SBTC será composto por quatro acionistas, entre eles a Sinotruk Import & Export CO. – subsidiária chinesa da CNHTC-, a SC Participações e Parcerias (empresa de fomento do Governo de Santa Catarina), a Nextruk (composta por um pool de empresários do segmento de transportes e distribuição e veículos) e um quarto acionista ainda em negociação. Serão investidos R$ 300 milhões para a construção da unidade brasileira, podendo chegar a R$ 1 bilhão em médio prazo. Até o início da operação da fábrica, os cavalos-mecânicos da Sinotruk A7 (4x2, 6x2, 6x4) continuarão a ser importados da China, assim como as peças e componentes das famílias de caminhões A7 e Howo. Neste período, a SBTC terá uma cota de importação anual de 1.250 caminhões/ano, isentos de IPI. 

A Sinotruk começou a importar os caminhões em 2009 e já emplacou 2.200 unidades, segundo números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Atualmente, a Sinotruk conta com 26 pontos de atendimento da marca, sendo 20 concessionárias plenas e seis pontos de serviços autorizados. Até o final de 2015 a expectativa á atingir 40 concessionárias plenas.


Fonte: O Carreteiro

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

FORD TRAZ DE VOLTA A SÉRIE F A PARTIR DE R$ 101.290

Com produção em São Bernardo (SP), dessa vez modelo chega para ficar.

Diante de pedidos dos clientes a Ford traz de volta a família de veículos comerciais Série F, feita na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Lançada em 1975 no Brasil, a linha teve a produção interrompida no fim de 2011, com vendas de unidades em estoque ainda em 2012. Segundo a marca, o retorno dos modelos é resposta a forte demanda do mercado, já que não há concorrentes que atendem ao mesmo segmento no País. “Sinal claro da falta que o modelo fez foi a valorização dos veículos usados na revenda. O preço disparou”, conta Guy Rodriguez, diretor de operações da Ford Caminhões. 

Serão oferecidas três versões: F-350, F-4000 4x2 e F-4000 4x4, com preços que vão de R$ 101.290 a R$ 133.290. Com mais de 170 mil unidades da Série F vendidas no Brasil, o executivo explica que a companhia reconhece a importância modelo, mas a produção teve de ser descontinuada por questão de prioridades para aquele momento. “Quando paramos de fabricar o segmento de semileves até diminuiu. A interrupção foi uma decisão estratégica com base na limitação de recursos”, explica Rodriguez. Segundo ele, na época a montadora precisou investir no lançamento da linha de caminhões com tecnologia de emissões Euro 5, com renovação dos modelos. “Assim que paramos de fabricar a Série F já começamos o projeto para trazê-la de volta.” 

O empenho para voltar a produzir e vender os modelos resultou na aprovação de investimento de US$ 70 milhões para a linha de montagem exclusiva na planta de São Bernardo do Campo (SP), com a geração de 200 empregos. A companhia não detalha a expectativa de vendas, mas se a intenção for manter a mesma média da geração anterior, os emplacamentos devem ficar entre 500 e 600 unidades mensais. Rodriguez está seguro sobre o potencial dos veículos. “A Série F tem características únicas de produto no mercado. Não há concorrentes”, considera.

Para aproveitar a alta expectativa em torno da volta da linha, a companhia realizou pré-venda dos modelos pela internet. Ainda sem a versão 4x4, a Ford ofereceu 10% de desconto e duas revisões grátis aos clientes dispostos a reservar os modelos antes mesmo de eles chegarem nas concessionárias e de estarem disponíveis para test drive. O surpreendente é que a ação, pouco frequente no segmento de veículos comerciais, gerou 800 pedidos em cerca de dois meses. Do total de encomendas, 650 caminhões tiveram a entrada de 10% do valor já paga. 


NOVA GERAÇÃO 

A Série F será oferecida na rede de 140 concessionárias da Ford Caminhões. A montadora aponta que está em negociação com uma série de frotistas interessados e já participa de licitações com o modelo. Na rede a linha chega com garantia total de 12 meses e de 24 meses para o motor sem limite de quilometragem. A Série F pode ser financiada pelo Finame/BNDES e conta ainda com condições de compra pelo Consórcio Ford. 

A expectativa é por maior demanda pela F-350 em regiões urbanas, principalmente autônomos interessados em baixo custo operacional. A F-4000, segundo a fabricante, deve ter uso misto no campo e na cidade por causa de sua robustez. Já a F-4000 tem aplicações mais específicas como o segmento de energia e, segundo a Ford, vai atrair frotistas. 

Os veículos são equipados com motores mais potentes do que os da geração anterior: 2.8 de 4 cilindros com até 150 cv de potência, fabricado pela Cummins com sistema SCR de pós-tratamento para atender a legislação de emissões Euro 5. O propulsor, segundo a montadora, é ainda compatível com diesel B20. A fabricante da Série F aponta ter alcançado redução de 150 quilos no peso no trem de força dos caminhões.  As melhorias da linha atual resultam em queda de 6% no consumo de combustível. Nas medições da Ford o tanque de Arla 32 do veículo, agente a base de ureia utilizado em motores SCR, teve autonomia para rodar até 4 mil quilômetros ou quatro tanques de diesel. A Ford aponta ainda ter alcançado bom resultado na redução da vibração no interior do veículo. 

A companhia não divulga o potencial produtivo para o modelo na planta paulista. Rodriguez detalha apenas que a unidade tem capacidade para fabricar 155 caminhões por dia, considerando toda a linha de produtos. Atualmente a fábrica trabalha em um turno de produção.


Fonte: Automotive Business

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

BANCO MERCEDES LIBERA 25% A MAIS NO ACUMULADO ATÉ JULHO

Negócios foram impulsionados por caminhões, com R$ 1,4 bilhão.

O volume de novos negócios do Banco Mercedes-Benz aumentou 25% no acumulado entre janeiro e julho contra iguais meses do ano passado, passando de R$ 2 bilhões para R$ 2,5 bilhões, informa em comunicado divulgado na terça-feira, 19. A concessão de crédito para o financiamento de veículos comerciais fechou o período em R$ 1,9 bilhão, aumento de 35% na mesma base de comparação.

A maior parte dos recursos, R$ 1,4 bilhão, foi para o financiamento de caminhões, volume 44% acima dos R$ 975 milhões do ano anterior. Já em ônibus, houve retração de 3,2%, para R$ 364. 

“Com o desempenho no acumulado de 2014, o Banco Mercedes tem conseguido contornar a queda de alguns segmentos de mercado. Esse crescimento é reflexo das ações que temos adotado desde o início do ano. Valem ser mencionados o trabalho de prospecção de novas oportunidades de negócios, iniciado no fim de 2013, e o atendimento personalizado aos clientes, levando em consideração o seu ramo de atuação”, explica Angel Martinez, diretor comercial do Banco Mercedes-Benz. 

A carteira da instituição fechou julho em R$ 10,5 bilhões, 9,4% acima do verificado em igual mês de 2013. Também houve saldo positivo no financiamento de automóveis Mercedes-Benz e Smart, com R$ 11 milhões em operações, valor 22% superior a julho do ano passado. 

“Vamos manter os esforços para continuar apoiando a venda de veículos Mercedes-Benz, principalmente neste segundo semestre. Focaremos em atendimento, prospecção e velocidade na análise de crédito. Dessa maneira, contribuímos para o aumento das vendas e com a promoção dos modelos que estão sendo lançados até o fim do ano pela marca”, finaliza Martinez.


Fonte: Automotive Business

WABCO APRESENTA NA IAA INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Fornecedor mundial de tecnologias de eficiência e segurança de veículos comerciais, a Wabco vai apresentar  no Salão Internacional de Veículos Comerciais (IAA) realizado em Hannover/Alemanha, entre os dias 23 setembro e 02 de outubro, um pacote de produtos e tecnologias para o transporte rodoviário. Um dos destaques é a tecnologia que, usando dados do GPS, prevê a topografia da estrada e ajusta automaticamente a velocidade de cruzeiro do veículo. Além da segurança, o objetivo desta tecnologia é também otimizar o consumo de combustível. 
 
Outra novidade da empresa em exposição é o OptiDrive ™, uma transmissão manual automatizada (AMT) mais avançada ainda que as atuais, que aumenta a eficiência do veículo e ao mesmo tempo ajuda a melhorar a eficácia motorista e segurança do veículo, além de proporcionar economia de combustível em até 5 por cento por meio de troca de marchas otimizada. A Waabco vai apresentar também outras tecnologias e novas gerações de sistemas mais avançados para freios ABS para caminhões, ônibus e semirreboques.

O presidente e CEO da Wabco, Jacques Esculier, destacou que na IAA a empresa vai mostrar como sua liderança tecnológica é baseada na capacidade de prever e realizar  inovações que aumentam a segurança e eficiência dos veículos. E, ao mesmo tempo, antecipa as necessidades do amanhã para caminhões, ônibus e trailers em diferentes regiões do mundo. "Considerando que o IAA é um evento global da indústria, e  a Wabco um fornecedor líder de todos os principais fabricantes de caminhões, ônibus e reboques em todas as regiões do mundo, esperamos encontrar com uma representação significativa de clientes de todo o mundo", acrescentou o executivo.


Fonte: O Carreteiro

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO SUSPENDE REAJUSTE DE PEDÁGIO

O reajuste extra nos pedágios aplicado nas rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes e na rodovia Castello Branco foi suspenso, conforme nota publicada na tarde de ontem (13/08) pela  Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). A decisão foi proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Os aumentos complementares haviam sido concedidos após as concessionárias entrarem com ação judicial alegando que o percentual de reajuste definido pela Artesp era inferior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, o que desrespeitava o contrato de concessão. Os motoristas devem guardar os recibos e solicitarem às concessionárias reembolso dos valores pagos a mais desde a zero hora da quarta-feira, conforme orientação da Artesp. 


Fonte: Band News

PRÉ-VENDA DA NOVA SÉRIE F DA FORD É PRORROGADA

O programa de pré-venda da Nova Série F foi prorrogado até o dia 20 de agosto, segundo informou a  Ford Caminhões . O objetivo é permitir que os clientes possam programar suas compras antes da chegada dos modelos no mercado. "Esse programa de pré-venda é uma ação pioneira no segmento de caminhões e obteve grande sucesso. Em três meses já concretizamos a venda de mais de 700 unidades, entre os modelos F-350 e F-4000. Este número é bastante representativo no mercado de caminhões, além do fato de que tivemos mais de 150 mil acessos no nosso site do produto", diz Antonio Baltar, gerente nacional de Marketing e Vendas de Caminhões da Ford. A Nova Série será apresentada na próxima semana em Atibaia/SP. 

Os modelos F-4000 e F-350 são equipados com motor Cummins de 150 cv, freio ABS com EBD e ar-condicionado de série. Na pré-venda, os modelos contam com uma oferta exclusiva de preço de R$ 97.790,00 para F-350 e R$ 112.790,00 para F-4000 e também com as duas primeiras revisões grátis. Ambos oferecem dois anos de garantia e já são comercializados como modelo 2015. A reserva pode ser feita em qualquer  distribuidor Ford Caminhões, com pagamento de 10% do valor do veículo.


Fonte: O Carreteiro

DAF E FOTON MANTÊM PLANOS, APESAR DA QUEDA DAS VENDAS

Cronograma das entrantes do mercado de caminhões permanece inalterado.

As vendas de caminhões caíram 13,6% entre janeiro e julho deste ano, para 77 mil unidades. A retração, no entanto, não abalou os planos de duas entrantes do mercado nacional, a holandesa DAF e a chinesa Fóton. As companhias, que participam do Congresso e ExpoFenabrave, que acontece em Curitiba (PR), pretendem seguir com a estratégia de negócios para o mercado nacional. 

O presidente da DAF, Marco Antonio Dávila, conta que a única mudança na programação aconteceu no ritmo da fábrica da companhia em Ponta Grossa (PR), inaugurada em outubro de 2013 após investimento de US$ 320 milhões. A unidade produzirá 600 caminhões este ano, volume 10% menor do que o esperado inicialmente. Ainda assim, a redução deve ser inferior a do mercado brasileiro, que pode cair de 12% a 15% em 2014, segundo o executivo. 

Com capacidade para montar 10 mil veículos por ano, a fábrica tem produzido por enquanto apenas o extrapesado XF. O plano é iniciar a fabricação do semipesado CF em meados de 2015, de acordo com o planejamento feito ainda antes da retração do mercado.

Dávila defende que a organização se instalou no País “para ficar 100 anos, não dois”, e que por isso não há motivo para interromper o cronograma. O executivo defende o forte potencial de vendas para caminhões nos próximos anos, enfatizando que a frota nacional tem idade média avançada, superior a 17 anos. 

Outro projeto dá conta da expansão da rede de concessionárias. A companhia tem hoje 20 casas no Brasil e quer elevar esse número para 40 unidades em 2015 e depois saltar para 100 casas até 2020. 

FOTON

A Foton também está segura sobre seus planos locais mesmo diante da mudança do cenário. A empresa aplica R$ 320 milhões para construir fábrica em Guaíba (RS). Luiz Carlos Mendonça de Barros, presidente da companhia no Brasil, sustenta a expectativa de iniciar a produção pré-série já no fim de 2015, com a montagem de unidades comerciais no início de 2016. 

A companhia realizou cerimônia de início das obras em abril deste ano. Mendonça admite, no entanto, que as exigências ambientais atrasaram o processo e construção efetiva deve começar apenas agora. 

O executivo assegura que mantém trabalho próximo ao time de desenvolvimento da matriz chinesa. “Eles já fizeram alterações que pedimos para que os caminhões agradem o mercado brasileiro e têm, inclusive, incorporado algumas dessas melhorias nos veículos vendidos na China”, conta. 

Segundo ele, os primeiros veículos nacionais da Foton já terão índice de nacionalização de 70% para garantir o acesso ao crédito do Finame/BNDES. Mendonça de Barros afirma que as negociações com fornecedores para chegar a este índice estão em estágio avançado. Por enquanto apenas Cummins e ZF foram confirmadas. A empresa deve anunciar os parceiros locais ainda este ano.

“Estamos conseguindo condições comerciais superiores por causa dos volumes de compras da China. Não teríamos o mesmo poder de barganha se fôssemos negociar apenas com base no volume que faremos no Brasil”, revela. Para garantir a boa negociação, o executivo brasileiro leva representantes de compras da matriz chinesa para fechar os acordos. 

Este ano, apenas com caminhões importados, a Foton programa vender no Brasil 700 unidades, que já serão oferecidas sem o IPI adicional de 30 pontos porcentuais, já que a empresa está habilitada no Inovar-Auto como investidora. A rede de concessionárias, que hoje tem 19 casas em operação, saltará para 50 unidades em 2016 e deve alcançar 90 revendas a partir de 2017. Com o desenvolvimento da estratégia para o mercado nacional mantida, só um acontecimento poderá afetar os planos de Mendonça de Barros para o futuro: o vencimento do contrato dele com a empresa chinesa em 2025.


Fonte: Automotive Business